sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Fornecimento de isótopos: situação deve ser regularizada, conforme informou IPEN/CNEN


A Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) informa a todos que a normalização do fornecimento de insumos da medicina nuclear pelo do Instituto de Pesquisas Energéticas Nucleares (IPEN), órgão responsável pela da produção deste material, deverá ser regularizada.
Preocupada com a situação extremamente fragilizada na qual se encontram os serviços – que devido ao desabastecimento estão impossibilitados de realizar exames - a Sociedade, por meio de seu presidente, Claudio Tinoco Mesquita, buscou esclarecimentos junto à CNEN – a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) - autarquia federal, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por executar ações de pesquisa, desenvolvimento, promoção e prestação de serviços na área de tecnologia nuclear e suas aplicações para fins pacíficos – que rege o IPEN.
Novamente, uma paralisação de trabalhadores impactou no fornecimento de matéria-prima da Medicina Nuclear. Uma portaria causou a greve dos funcionários, pois previa a alteração do regime de trabalho do Instituto. Entretanto, a referida normativa foi suspensa pela CNEN.
Com isso, a expectativa é de que esta ação seja suficiente para interromper a greve e normalizar gradativamente o funcionamento do IPEN e a produção de isótopos. O IPEN deve emitir nova oficial no decorrer desta sexta-feira, dia 16 de outubro.
Em mensagem eletrônica enviada aos serviços de medicina nuclear no início da tarde de hoje, o Centro de Farmácia do IPEN/CNEN informou que “os geradores de tecnécio serão produzidos e disponibilizados com a seguinte configuração - Produção e remessa: sábado, dia 17/10; Calibração: segunda-feira, dia 19/10.
No primeiro semestre de 2015 houve uma paralisação do IPEN que derivou na interrupção no fornecimento Fluor-18 no Brasil. À época os funcionários pararam em protesto pela falta de recursos para pagamento dos insumos importados e nacionais e pela interrupção de gratificação dos trabalhadores”. Leia mais
Acompanhe os desdobramentos sobre a paralisação de funcionários do IPEN.
Atualização 16h: SBMN foi informada de que a greve terminou. 


Prof. Berdj Aram Meguerian e Rex Nazaré recebem homenagem no Congresso

Como forma de reconhecimento pelas contribuições no processo de construção e desenvolvimento da medicina nuclear nacional, a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear prestará justa homenagem a dois grandes nomes da especialidade: o médico nuclear Prof. Berdj Aram Meguerian e físico nuclear Prof. Rex Nazareth.
Exímio educador, Prof. Meguerian foi responsável pela formação e especialização de inúmeros médicos nucleares do Rio de Janeiro, sendo precursor do curso de medicina nuclear no estado. Grande parte dos médicos nucleares em atividade hoje no Rio de Janeiro tem sua história marcada pelos esforços do Prof. Meguerian. Lembrado por seus alunos, colegas e amigos por ser um grande incentivador da disseminação do conhecimento na especialidade, bem como na qualificação e evolução na formação de seus docentes, Meguerian receberá a honraria das mãos da professora Léa Miriam Barbosa da Fonseca, que na ocasião representará a todos aqueles que um dia foram tutoreados por ele.
Considerado o "pai" do Programa Autônomo de Tecnologia Nuclear do Brasil, Rex atualmente presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), coordenando as áreas de energia, tecnologia da informação e aeroespacial e defesa. Ao longo de sua carreira, recebeu diversas condecorações como a Ordem Nacional do Mérito Científico e a Medalha Carneiro Felipe – CNEN, por exemplo. Atuou, dentre outros cargos, como presidente da  CNEN; membro do Conselho de Administração da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), como chefe do Departamento de Tecnologia da ABIN e como Assessor Especial do Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional. Para lhe conferir a homenagem estará presente o presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear, Angelo Padilha.
A solenidade acontecerá na cerimônia de abertura do XXIX Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear, a ser realizada no dia 23 de outubro, a partir das 17h40, no Centro de Convenções do Hotel Royal Tulip, no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Subutilização da medicina nuclear no Brasil preocupa especialistas

No dia 24 de outubro, Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear reunirá representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária; da Comissão Nacional de Energia Nuclear; e da Agência Internacional de Energia Atômica

O panorama atual e desafios à expansão da medicina nuclear no Brasil; a fragilidade enfrentada no que cabe à produção e distribuição de radiofármacos no Brasil – ainda totalmente dependente da importação de matéria-prima; o acesso deficitário a procedimentos diagnósticos e terapêuticos via saúde pública e suplementar; bem como os desafios para o ensino e pesquisa da especialidade, são os principais aspectos a serem debatidos na sessão “Perspectivas da Medicina Nuclear no Brasil”. 
A atividade é destaque na programação do segundo dia do XXIX Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear, encontro que acontece de 23 a 25 de outubro, no Rio de Janeiro. A mesa reunirá representantes da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN), entidade organizadora do evento, da Gerência-Geral de Produtos Biológicos, Sangue, Tecidos, Células e Órgãos (GGPBS) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); e da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) – que trará uma ampla abordagem das oportunidades e desafios do uso pacífico da energia nuclear empreendido no campo da saúde por meio da medicina nuclear.
De acordo com o presidente da SBMN e do Congresso, Claudio Tinoco Mesquita, a especialidade vivencia um momento de rápidas transformações, tanto no campo educacional, quanto científico e na prática clínica, seja ela diagnóstica ou terapêutica. Segundo Tinoco, este cenário derivou o mote do encontro, intitulado: Medicina Nuclear em Movimento. “A medicina nuclear mudou a história de várias doenças, mas ainda é subutilizada no Brasil. Nossa especialidade tem crescido e precisamos unir esforços neste sentido, sobretudo, por meio do estímulo à produção científica multicêntrica no País e ampliação do acesso à especialidade via saúde pública”, relatou Tinoco. 
Embora ainda pouco conhecida entre a população e até mesmo entre seus pares médicos, a especialidade atua no campo diagnóstico e terapêutico em diversas áreas como cardiologia, oncologia, hematologia e neurologia, por exemplo. Por serem menos invasivos e capazes de detectar alterações funcionais decorrentes de algumas doenças antes que outros métodos de imagem sejam capazes de realizá-lo, os procedimentos em medicina nuclear são extremamente úteis.  Além disso, são indicados em todas as faixas etárias, desde a primeira infância, a adolescentes, adultos e idosos, sem representar riscos à saúde. Seu mecanismo consiste em utilizar quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) como ferramenta para acessar o funcionamento dos órgãos e tecidos vivos, realizando imagens, diagnósticos e, também, tratamento.
Com 430 serviços de medicina nuclear no Brasil, entre clínicas, hospitais e centros de pesquisa, nos últimos 20 anos - desde 1995 - mais de 30 milhões de procedimentos foram realizados no Brasil. Entretanto, mesmo frente a esta evolução que vem sendo alcançada nos últimos anos, a medicina nuclear ainda é notoriamente subutilizada pela população brasileira, em especial pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
No que cabe ao potencial de uso o Brasil ainda ocupa a 25ª posição de um ranking de quantidade de exames realizados por ano. Como comparativo, o Canadá executa 64,6 exames por mil habitantes/ano, o Brasil realiza apenas 2,5. Isso demonstra claramente a necessidade de se difundir a especialidade no País.
A maior parcela (82%) dos procedimentos ambulatoriais de medicina nuclear diagnóstica realizados pelo SUS são feitos na esfera privada, que precisa manter a sua sustentabilidade financeira. Ao SUS são fornecidos 23 radiofármacos, enquanto no Brasil há aproximadamente 40 radiofármacos.
“É preciso dobrar o número de serviços para 800 e de médicos nucleares, também – alcançando 1.400 especialistas, para assim atingir o padrão internacional mínimo”, analise o presidente da SBMN. Um maior investimento no desenvolvimento e produção de radiofármacos no Brasil. Desenvolver novos radiofármacos e alcançar soberania na área de pesquisa e desenvolvimento são outros pontos a serem alcançados, visto que somos dependentes de insumos importados – os radiofármacos. Precisamos deles assim como é necessário o combustível para o carro andar. 
“É lamentável que a medicina nuclear ainda não se apresente adequadamente empregada. Se nada for feito para aumentar e for esperado um aumento “natural” da capacidade de seu potencial de atendimento aos usuários da saúde pública, levará aproximadamente 54 anos para que chegue ao valor de hoje alcançado na esfera privada no país”, analisa Mesquita.

Lista disponível de trabalhos científicos aprovados

Atenção! A lista de trabalhos científicos aprovados para o XXIX Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear já está disponível para consulta no site do evento. É possível acessar a relação de artigos confirmados em formato pôster também. Confira.

Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1466

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Setor nuclear precisa avançar em pesquisas para superar crise econômica

Fonte Agência Gestão CT&I*08/10/2015

A capacidade do setor nuclear para superar a crise econômica está diretamente ligada a continuação e avanço das pesquisas sobre a energia no País, mesmo em meio as dificuldades. A avaliação é do presidente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Aquilino Senra, que elogiou o empreendedorismo dos atores que integram a área nuclear brasileira.
"Eu vejo a capacidade de articulação do setor nuclear brasileiro. O cenário financeiro atual não é muito favorável, mas a capacidade do setor nuclear de empreender nos motiva e, certamente, levará a uma transformação necessária para ampliação de todas as conquistas obtidas até o momento", afirmou Senra.
De acordo com dirigente, o desenvolvimento tecnológico sustentável do setor nuclear é um dos pontos que precisam ser debatidos no País, bem como suas diversas aplicações. Por isso, até esta sexta-feira (9), contribuições científicas e inovações tecnológicas serão compartilhadas pelo setor em três eventos: no 19º Encontro Nacional de Física de Reatores e Termohidráulica (Enfir), o 12º Encontro com Aplicações Nucleares (Enan) e o 4º Encontro da Indústria Nuclear (Enin) - todos integram o International Nuclear Atlantic Conference (Inac 2015).
"Temos que pensar para frente, e com certeza os técnicos, pesquisadores e profissionais do setor nuclear saberão indicar o que é necessário fazer não só em relação à geração de energia nuclear, mas também para as centenas de aplicações da energia nuclear, entre elas, na medicina, com o Reator Multipropósito Brasileiro, e assim contribuir para a transformação do País nas próximas décadas", ressaltou o presidente da INB.
O Inac 2015 promove ainda a 6ª Mostra Inac de Iniciação Científica, onde serão apresentados os resultados de trabalhos de pesquisa de estudantes de graduação, e a ExpoInac, que conta com órgãos e empresas do setor nuclear de diversos países.
*Com informações do MCTI e INB

Novo reator nuclear de grande porte dará ao Brasil autonomia na produção de radioisótopos

Por: Pimenta Comunicação - 05/10/2015

Com a inauguração, prevista para 2018, do primeiro Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), proposto pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), o Brasil alcançará autossuficiência na produção de radioisótopos e fontes radioativas usadas na medicina nuclear. Atualmente, o reator IEA-R1 do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), localizado em São Paulo, é o principal responsável pela produção nacional de radiofármacos, que viabilizam a realização de cerca de 2 milhões de procedimentos médicos de diagnóstico e tratamento por ano - principalmente nas áreas de cardiologia, sistema ósseo, oncolologia e tireóide.

O RMB colocará o Brasil em um seleto grupo de países com autonomia na produção de radioisótopos. Isso inclui o tecnécio-99, um radioisótipo derivado do molibdênio-99 (Mo-99), cuja demanda mundial hoje é atendida, basicamente, por apenas quatro reatores nucleares de pesquisa de grande porte - localizados no Canadá, na Holanda, na África do Sul e na Bélgica. Com a autossuficiência, o Brasil dará um passo importante na área de medicina nuclear, que hoje já permite realizar exames para o diagnóstico de tumores, doenças cardiovasculares, função renal, problemas pulmonares e neurológicos, entre outros.

Programas como esse serão apresentados - e debatidos - na INAC 2015 (International Nuclear Atlantic Conference), evento promovido pela Associação Brasileira de Energia Nuclear - ABEN, que acontece entre os dias 4 e 9 de outubro, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Com o tema "Programa Nuclear Brasileiro: Política de Estado para um Desenvolvimento Sustentável", a conferência contará com a participação de delegações de 20 países, autoridades brasileiras e internacionais, além de especialistas e profissionais do setor de energia nuclear.

No dia 6 (terça-feira), uma mesa redonda discutirá os últimos avanços e os desafios da medicina nuclear no Brasil, com as participações de Marcelo Tatit Sapienza (HC-USP / ICESP), Raphael Madke (Radiopharmavus), Cecília Maria K. Haddad (Hospital Sírio-Libanês) e Isaac Obadia (Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN).

Serviço
Evento:
 INAC 2015
Abertura: 4, domingo, 19h30
Data: de 4 a 9 de outubro de 2015
Local: Centro de Convenções Rebouças (Av. Rebouças, 600 - Pinheiros)
Para mais detalhes sobre o evento, acesse www.inac2015.com.br

Presidenta de Argentina inaugura centro de medicina nuclear


"Vamos a volver a tener una Santa Cruz como la merecemos", aseguró la presidenta argentina. | Foto: Télam 

"Vamos a volver a tener una Santa Cruz como la merecemos", aseguró la presidenta argentina. | Foto: Télam

La provincia de Santa Cruz, además de contar con el centro médico, dispone del primer natatorio público barrial ubicado en Río Gallegos.

La presidenta argentina, Cristina Fernández, encabezó el acto de inauguración del centro de medicina nuclear Oro Verde, ubicado en la provincia de Santa Cruz. Manifestó sentirse orgullosa "de poder dotar de medicina nuclear" a los habitantes de esa localidad.

La mandataria indicó que cuando no hay salud pública, la misma se convierte en un lujo, por lo cual aspira a convertirla "en un bien público al cual todos tengan acceso, como la educación, el crecimiento, el desarrollo".




Avanços em PET/CT - Encontro Científico de Medicina Nuclear Regional Salvador – BA


Hossein Jadvar e Raffaele Giubbini falam sobre MN na Oncologia


“Avanços da Medicina Nuclear em oncologia: câncer de tireoide, câncer de próstata e a era da Theranostic (Terapia + Diagnóstico)” será o tema das palestras ministradas pelos convidados internacionais Hossein Jadvar e Raffaele Giubbini, e pelos especialistas Luiz Machado, Michel Carneiro e Flávia Paiva.
O encontro é gratuito e será no auditório de Radiologia do INCA, no dia 21 de outubro, das 13h às 16h. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail da SBMN: sbmn@sbmn.org.br. Aproveite, pois são apenas 50 inscrições!

IPET 2015


É possível acessar gratuitamente e online a palestras e outras informações disseminadas durante o Congresso IPET 2015! http://bit.ly/1MvQ6zF

“É um conteúdo muito rico para médicos nucleares, residentes, clínicos, oncologistas, tecnólogos, físicos, radiofarmacêuticos, biólogos, biomédicos, enfim qualquer um que tenha interesse pela área”, ressalta o presidente da SBMN, Claudio Tinoco Mesquita.

Sobre a IPET 2015 >> Mais de 600 especialistas de diferentes nacionalidades, sendo um terço representada por países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, reuniram-se na Conferência Internacional de Uso Clínico do PET-CT e Imagem Molecular, a “IPET 2015”, realizada em Viena, na Áustria, entre os dias 5 a 9 de outubro. Leia mais no site da SBMN http://bit.ly/1Llye9Q


sábado, 10 de outubro de 2015

EANM' 15


Quer ficar por dentro de tudo o que acontece no Congresso Europeu de Medicina Nuclear - EANM? Aproveite acessehttp://eanmlive.eanm.org/index.php e acompanhe ao vivo pelo Live Stream!
A 28ª edição do encontro tem início hoje, em Hamburgo, na Alemanha‪#‎EANM‬ ‪#‎EANM15‬ ‪#‎EANM2015‬ ‪#‎officialEANM‬


Brasil ganha destaque na Conferência IPET 2015

Além das atividades educacionais e científicas, diretores da Sociedade foram recebidos pelo embaixador do Brasil na Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA). Trabalhos de pesquisadores foram premiados no encontro


Mais de 600 especialistas de diferentes nacionalidades, sendo um terço representada por países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, reuniram-se na Conferência Internacional de Uso Clínico do PET-CT e Imagem Molecular, a “IPET 2015”, realizada em Viena, na Áustria, entre os dias 5 a 9 de outubro.  Neste ano a temática proposta foi a abordagem da tecnologia PET-CT na era da multimodalidade da imagem e terapia guiada por imagem
Organizada pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) a atividade congrega médicos nucleares e profissionais das diversas áreas ligadas à especialidade – como radiologistas, oncologistas, tecnólogos em MN, radiofarmacêuticos e físicos médicos, sendo um terço deles de países em desenvolvimento, em um encontro marcado pelo caráter educacional, científico, multidisciplinar e dinâmico.
O presidente da SBMN, Claudio Tinoco Mesquita, e o vice-presidente, Juliano Cerci, representaram a entidade e o País, juntamente com outros brasileiros e membros da Sociedade que estiveram presentes no encontro.
Em entrevista concedida ao jornal da IAEA, Tinoco pode expressar a importância da Conferência para o aperfeiçoamento e desenvolvimento da especialidade no Brasil. “Não há nenhuma conferência como IPET", relatou à reportagem. Segundo ele, trata-se de um momento ímpar para compartilhar experiências e expandir os horizontes de atuação da MN. Leia a íntegra da reportagem no site da IAEA
Mesquita apresentou ainda o panorama da aplicabilidade do PET-CT no Brasil, que embora extremamente potencial, ainda é subutilizado no país, em especial no campo da saúde pública.
Em busca de suporte no sentido de transformar a conjuntura da medicina nuclear no país, Mesquita e Cerci solicitaram uma reunião com o Embaixador do Brasil na IAEA em Viena, Laércio Antonio Vinhas. Com um histórico de atuação na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e no Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD), Vinhas conhece de perto a realidade enfrentada no país.
A diretoria da SBMN levou ao Embaixador uma carta com os principais desafios e oportunidades enfrentados pela medicina nuclear e discutiu formas de potencializar a interação com a IAEA com o objetivo de acelerar a expansão da prática da medicina nuclear no Brasil, tanto de modo quantitativo como qualitativo. “Diversas linhas de ação foram discutidas e desdobramentos serão empreendidos após esta reunião importante para a SBMN”, relatou Mesquita.
A situação da especialidade, que tem preocupado os especialistas, será amplamente abordada durante o XXIX Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear, a ser realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 23 e 26 de outubro. O encontro reunirá inclusive representantes de esferas governamentais, dos centros e serviços de medicina nuclear e pesquisadores internacionais. O programa e as inscrições podem ser feitas por meio do site oficial do Congresso. http://www.sbmn.org.br/congresso/  
Pesquisadores brasileiros têm trabalhos premiados
Dois dos 11 trabalhos premiados na sessão de pôsteres da IPET 2015 são de autoria de pesquisadores brasileiros da Unicamp (Universidade Estadual Campinas) e Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
A SBMN parabeniza cada um dos autores pela conquista, que representa o reconhecimento entre os pares no mais importante encontro de PET-CT do mundo e demonstra o potencial do Brasil na produção científica!
A entidade congratula também os trabalhos mencionados na sessão de Highlights da Conferência, também de brasileiros, de instituições da USP e Universidade Federal Fluminense.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Valorização do papel da mulher na área nuclear


A Women in Nuclear (WiN) foi criada pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) para valorizar o papel da mulher na área nuclear e divulgar suas atividades
A organização global Women in Nuclear (WiN) foi criada há 20 anos pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) com o objetivo de valorizar o papel da mulher na área nuclear e divulgar as atividades nucleares. A WiN conta atualmente com cerca de 4.400 filiadas em 104 países. As servidoras interessadas em associar-se poderão obter mais informações no sitehttp://www.win-global.org
A pesquisadora e colaboradora do IPEN, Nélida Del Mastro, é presidente pelo Brasil e participou do último encontro realizado no mês de agosto, em Viena, Áustria.




Médicos nucleares e entidades de pacientes realizam evento aberto à população

Você já ouviu falar em “medicina nuclear”? Qual relação ela pode ter a ver com sua vida? Ou mesmo se ela tem algo a ver com a energia nuclear?
Para responder a estas e outras perguntas, a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN), com o apoio de entidades de pacientes, realizará gratuitamente no próximo dia 22 de outubro, das 13h às 17h, na cidade do Rio de Janeiro, um encontro destinado a toda população, no Centro de Convenções do Royal Tulip Hotel.
Trata-se do I Fórum Educacional Práticas da Medicina Nuclear na Saúde. A iniciativa visa esclarecer sobre o que é esta especialidade médica e qual sua aplicação na prática na vida das pessoas. Para tanto, o evento contará com a presença de representantes da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE) e Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Haverá ainda a presença do comediante e ator Marcelo Madureira (membro do extinto programa de TV “Casseta & Planeta”), que irá compartilhar sua recente experiência com a medicina nuclear, quando teve uma complicação cardíaca e como a especialidade o ajudou. As inscrições são grátis e podem ser realizadas até o dia 19 de outubro pelo e-mail: contato@sbmn.org.br e tatianaalmeida@rspress.com.br
Quando pensamos na palavra “nuclear” podemos nos lembrar também de famosos personagens dos quadrinhos como o “Incrível Hulk” e “Homem Aranha”, cujos personagens  cientistas sofrem acidentes com radioatividade e, consequentemente, passam por mutações genéticas.
Para aqueles que achavam que jamais ouviriam falar de uma tabela periódica utilizada nas aulas de química e física novamente após sair do ensino médio, apresentamos a medicina nuclear! 
“Ao contrário do que se pode pensar ou imaginar, a quantidade de radiação utilizada na medicina nuclear é mínima, sendo até mais seguro do que tomar uma aspirina”, esclarece o presidente da SBMN, o médico nuclear Claudio Tinoco Mesquita, e um dos idealizadores da atividade.
Mesquita explica que a medicina Nuclear é uma especialidade médica que usa quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) como ferramenta para acessar o funcionamento dos órgãos e tecidos vivos, realizando imagens, diagnósticos e, também, tratamentos.
“Apesar do nome soar assustador, traz inúmeros benefícios a nossa saúde, pois é capaz de diagnosticar diversas doenças, que incluem embolia pulmonar, infecções agudas e infarto do miocárdio, câncer, obstruções renais, demências e outras”, completa ele.
Desafios de acesso à medicina nuclear
Além de esclarecer sobre a medicina nuclear, o I Fórum Educacional Práticas da Medicina Nuclear na Saúde trará a abordagem também aspectos ligados ao acesso da população à especialidade.
Juntos, médicos nucleares, associações nacionais de pacientes e familiares discutirão o atual panorama do acesso à medicina nuclear, em especial no campo da saúde pública. Entre os principais recursos dos quais os pacientes podem ser beneficiados estão os exames de cintilografia do miocárdio e de PET-CT.
O presidente da SBMN e do Congresso, Claudio Tinoco Mesquita, lamenta que a medicina nuclear ainda não se apresente adequadamente empregado. Segundo ele, a subutilização da medicina nuclear pela população brasileira, em especial dos usuários do SUS é notória. “Há uma grande assimetria entre o uso na saúde suplementar (planos e operadoras de saúde) – cujo acesso esta ainda abaixo aos níveis de outros países, e o acesso aos pacientes que dependem exclusivamente do sistema público – em que as taxas de utilização são muito inferiores às satisfatórias.”
I Fórum Educacional Práticas da Medicina Nuclear na Saúde integra a programação pré-Congresso do XXIX Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear, que acontece de 23 a 26 de outubro.

SBMN participa da posse do novo titular do MCTI em Brasília


A SBMN marcou presença em mais um importante momento para a medicina nuclear nacional. Representada por Gustavo Gomes, da regional de Brasília (DF), a Sociedade acompanhou a posse do novo titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Celso Pansera. A atividade aconteceu na sede do CNPq, na capital federal, nesta quinta-feira, dia 8 de outubro.
Convite SBMN >> Gomes aproveitou a oportunidade para emitir o convite da SBMN para que Pansera participe da cerimônia de abertura do XXIX Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear – que irá acontecer ainda neste mês, entre os dias 23 a 26 de outubro, na cidade do Rio de Janeiro! Em retorno, o ministro sinalizou a perspectiva de presença. A Sociedade formalizará o convite e aguardará o retorno na expectava de que seja positivo.
Compromissos apontados >> em nota publicada no portal do MCTI, o novo titular da pasta enfatizou a manutenção da agenda e dos compromissos assumidos pelo seu antecessor, Aldo Rebelo, agora eatual ministro da Defesa. "Aos pesquisadores, educadores e acadêmicos aqui presentes, reafirmo o meu compromisso de manter e dar continuidade a todas as agendas assumidas pelo meu amigo e antecessor Aldo Rebelo", garantiu Pansera, durante a cerimônia de transmissão de cargo.Leia na íntegra





SBMN participa da Conferência IPET 2015

Além das atividades educacionais e científicas, diretores da Sociedade foram recebidos pelo embaixador do Brasil na Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA)

Mais de 600 especialistas de diferentes nacionalidades, sendo um terço representada por países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, reuniram-se na Conferência Internacional de Uso Clínico do PET-CT e Imagem Molecular, a “IPET 2015”, realizada em Viena, na Áustria, entre os dias 5 a 9 de outubro.  Neste ano a temática proposta foi a abordagem da tecnologia PET-CT na era da multimodalidade da imagem e terapia guiada por imagem
Organizada pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) a atividade congrega médicos nucleares e profissionais das diversas áreas ligadas à especialidade – como radiologistas, oncologistas, tecnólogos em MN, radiofarmacêuticos e físicos médicos, sendo um terço deles de países em desenvolvimento, em um encontro marcado pelo caráter educacional, científico, multidisciplinar e dinâmico.
O presidente da SBMN, Claudio Tinoco Mesquita, e o vice-presidente, Juliano Cerci, representaram a entidade e o País, juntamente com outros brasileiros e membros da Sociedade que estiveram presentes no encontro.
Em entrevista concedida ao jornal da IAEA, Tinoco pode expressar a importância da Conferência para o aperfeiçoamento e desenvolvimento da especialidade no Brasil. “Não há nenhuma conferência como IPET", relatou à reportagem. Segundo ele, trata-se de um momento ímpar para compartilhar experiências e expandir os horizontes de atuação da MN. Leia a íntegra da reportagem no site da IAEA
Mesquita apresentou ainda o panorama da aplicabilidade do PET-CT no Brasil, que embora extremamente potencial, ainda é subutilizado no país, em especial no campo da saúde pública.
Em busca de suporte no sentido de transformar a conjuntura da medicina nuclear no país, Mesquita e Cerci solicitaram uma reunião com o Embaixador do Brasil na IAEA em Viena, Laércio Antonio Vinhas. Com um histórico de atuação na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e no Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD), Vinhas conhece de perto a realidade enfrentada no país.
A diretoria da SBMN levou ao Embaixador uma carta com os principais desafios e oportunidades enfrentados pela medicina nuclear e discutiu formas de potencializar a interação com a IAEA com o objetivo de acelerar a expansão da prática da medicina nuclear no Brasil, tanto de modo quantitativo como qualitativo. “Diversas linhas de ação foram discutidas e desdobramentos serão empreendidos após esta reunião importante para a SBMN”, relatou Mesquita.
A situação da especialidade, que tem preocupado os especialistas, será amplamente abordada durante o XXIX Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear, a ser realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 23 e 26 de outubro. O encontro reunirá inclusive representantes de esferas governamentais, dos centros e serviços de medicina nuclear e pesquisadores internacionais. O programa e as inscrições podem ser feitas por meio do site oficial do Congresso. http://www.sbmn.org.br/congresso/  

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Mais de 70 pessoas participam do I Encontro Científico da SBMN – Regional Salvador

No dia 6 de outubro ocorreu o primeiro encontro científico da SBMN – Regional Salvador, com o tema “Câncer avançado de Tireoide”, com a presença de aproximadamente 70 pessoas de diversas áreas da medicina.
Sob a coordenação da especialista Adelina Sanches, o evento possibilitou a troca científica de experiências multidisciplinares. “Este evento foi voltado para médicos nucleares, endócrinos e oncologistas, e debatemos câncer avançado de tireoide, cuja modalidade de tratamento hoje é o uso de uma droga que já era usada para o câncer de fígado”, comenta Adelina.
Para discutir este tipo de terapêutica, a Dra. Viviane Mello, hepatologista do Hospital das Clínicas Profº Edgard Santos, foi convidada para falar sobre o manejo de efeitos colaterais, enquanto a endocrinologista Fernanda Vaisman, endocrinologista do INCA, debateu com os presentes sobre as possibilidades terapêuticas em câncer de tireoide iodo resistente. Além das especialistas, a médica nuclear Fernanda Fahel apresentou também o tema “Nuclear: Iodoresistência – conceitos e implicações terapêuticas”. Ao fim, segundo a coordenadora do evento, os presentes puderam discutir sobre os temas apresentados no evento e opinar sobre suas diferentes perspectivas.
“O evento foi muito bom, superou inclusive nossas expectativas em relação ao público, pois conseguimos um público de quase 70 pessoas e o feedback que tivemos é de que foi um evento de nível cientifico muito elevado. Os presentes ficaram muito contentes e essas ideias realmente serviram para estimular e fazer outros eventos, como iremos fazer em breve”, finaliza Adelina.







terça-feira, 6 de outubro de 2015

Global Nuclear Medicine Diagnostics Market (SPECT and PET ) - Analysis and Forecasts (2014-2019)

LONDON, Oct. 1, 2015 /PRNewswire/ -- The nuclear medicine market report consists of a detailed account of the definition of Radiopharmaceuticals; Market dynamics- drivers, restraints, opportunities and threats; the market is segmented by Diagnostic technologies and applications. It also gives a detailed account of the various players in the market and the competitive landscape.

The global nuclear medicine diagnostic (PET and SPECT) market is expected to grow from an estimated $ 8.77 billion in 2014 to $ 15.51 billion in 2019, at an estimated compound annual growth rate (CAGR) of 12.08 %.

Major factors for the growth of the market are increasing use of SPECT and PET in medical diagnostics, increasing awareness of people about radiopharmaceuticals, and ready availability of radiopharmaceuticals.It has novel applications in treatment and diagnosis of diseases such as Alzheimer's and the continually expanding oncology segment. However, some of the major constraints for the market are shorter half- life of radioisotopes, high capital investment, regulatory guidelines and reimbursement issues.

Till now, SPECT imaging was the mainstream modality for nuclear medicine applications like nuclear cardiology procedures. However, the trend is soon going to flip upside down because of global shortage of molybdenum-99 isotope which is in turn will lead to shortage of Technetium-99, which is the daughter product of molybdenum. Hence, PET imaging products which include hybrid PET-CT scanners will account for a potentially large market size in the coming years.

The emerging market trend will be a fusion of nuclear imaging with different diagnostic imaging products such as PET/CT, SPECT/CT, and MRI/PET. This provides full gamut of imaging scans through the same unit and at the same time. PET market is expected to witness more growth compared to SPECT imaging as it provides higher resolution images and the lack of availability of technetium-99m is propelling industry to look for alternative diagnostic procedures.

Analyzing the application segment of SPECT and PET, PET is majorly being used in oncology because of good quality of imaging. While, SPECT is majorly used in cardiology segment accounting for almost 90% of the market share in cardiology. North America has 5729 PET procedures while the number of PET procedures in Asia-Pacific region is 369636 owing to the increased demand of nuclear medicine diagnostic procedures in developing nations.

Market is segmented into two major segments SPECT (Technetium-99m (TC-99m), Thallium-201 (TL-201), Iodine (I-123) and others) and PET (Fluorine-18, Rubidium-82 (RB-82) and others). By application market is segmented into SPECT (cardiology, lymphoma, thyroid, neurology and others) and PET(oncology, cardiology, neurology and others).By geography market is segmented into North AmericaEurope and Asia-Pacific etc. North America accounts for the highest share of the global nuclear medicine diagnostic market; followed by Europe and Asia-Pacific. Asian countries are expected to show a growing trend in diagnostic sector because of increasing diagnostic procedure demand and rise in medical device industry.

Major players in the market are CardiArcLtd., Digirad Corporation, Gamma Medica Inc., GE Healthcare, Hologic Inc. etc. Mergers and acquisitions of small and medium sized manufacturers to enter in overseas market is another strategy adopted by multinational players.

Edital de Seleção de Projetos ARCAL Ciclo 2018-2019 recebe propostas até 16 de novembro

Até o dia 16 de novembro o Programa do Acordo Regional de Cooperação para a Ciência e Tecnologia Nucleares na América Latina e Caribe (ARCAL), criado em 1984 para promover o desenvolvimento e uso pacífico da energia nuclear na região, recebe candidaturas de propostas de projetos para o ciclo 2018-2019, em seis áreas temáticas identificadas como estratégicas pelos países que integram o Programa: segurança alimentar, saúde, meio ambiente, energia, segurança radiológica e tecnologia de radiações.
O ARCAL, integrado hoje por 21 países, incluindo o Brasil, é patrocinado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que coordena e acompanha a execução das atividades do Programa, com base nas diretrizes doPerfil Estratégico Regional para América Latina e Caribe (PER) 2016-2021. Nesse documento, que orienta as etapas de elaboração, avaliação e seleção de projetos para o ciclo 2018 - 2019, estão identificadas também as necessidades regionais que podem ser atendidas por meio dos projetos. "Nas tabelas de áreas estratégicas do PER (veja aqui), somente as células sombreadas correspondem às necessidades que deverão ser contempladas pelas propostas do ciclo 2018-2019", explica a Coordenadora Nacional do ARCAL, Maria Cristina Lourenço, da Coordenação Geral de Assuntos Internacionais da CNEN.
Os interessados em candidatar suas propostas, deverão apresentá-las em inglês e espanhol por meio doFormulário Proposta de Projetos, e encaminhá-las até 16 de novembro para a coordenação nacional do Programa, no endereço inter@cnen.gov.br. Esclarecimentos adicionais sobre o Programa ARCAL ou sobre o edital de seleção podem ser pedidos pelo mesmo endereço de email e também pelo telefone (21) 2173-2120.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Hossein Jadvar fala sobre sua palestra para o XXIX CSBMN


O presidente da Sociedade de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SNMMI), Hossein Jadvar, virá pela primeira vez ao Brasil para ministrar palestra no XXIX Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear.  
 
Com a perspectiva de realizar uma leitura didática sobre o tema “Imagens com traçadores alvo-dirigidos:18F-FDG PET/CT vs 68Ga-PSMA PET/CT vc colina (18F/11c) PET/CT”, o especialista atualizará os presentes sobre os tópicos discutidos no dia 23 de outubro.
 
Sobre o progresso da medicina nuclear  no mundo e as dificuldades e vantagens encontradas na profissão, Jadvar conta que a “medicina nuclear e imagiologia molecular são campos excitantes que combinam biologia, física, química, tecnologia e atendimento clínico. Estamos à beira de muitas novas fronteiras com os novos marcadores e novas terapias, especialmente com o campo emergente do "Teranóstico". É intelectualmente estimulante e bastante emocionante trabalhar na medicina nuclear."
 


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Inscrições abertas para o IV Workshop de Radioproteção na Indústria

Proteção radiológica é uma das áreas mais importantes do IPEN (Foto: Marcello Vitorino)

Visando incentivar a reciclagem do conhecimento, o aprimoramento do currículo e o aperfeiçoamento profissional, a Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica (SBPR) promove, nos dias 26 e 27 de outubro, a quarta edição do Workshop de Radioproteção na Indústria, a ser realizado no auditório Rômulo Ribeiro Pieroni, do IPEN.
De acordo com Denise Levy, doutora em Tecnologia Nuclear pelo IPEN/USP e membro do Comitê Organizador, o encontro tem por objetivo a disseminação do conhecimento relacionado à aplicação das radiações ionizantes na indústria, promovendo debates, favorecendo a comunicação e estreitando laços pessoais e profissionais entre a comunidade de radioprotecionistas das diversas regiões do país.
"Esse encontro é muito importante porque é uma oportunidade de os profissionais que atuam na área de proteção radiológica em todo Brasil se conhecerem melhor, trocarem informações e dirimirem suas dúvidas, porque nós tivemos a preocupação de escolher temas polêmicos, como resoluções e a questão do transporte, e selecionamos para as mesas-redondas pessoas com enfoques diferentes”, afirmou Denise.
O Workshop foi organizado em torno de oito eixos temáticos centrais, "oferecendo uma visão abrangente e diferenciada de assuntos de grande interesse”, segundo Denise, citando como exemplo os temas "Certificação de SPR”, "Escâner de contêiners”, "Transporte de material radioativo” e "Licenciamento de instalações radiativas”, dentre outros.
Nos dois dias, o evento começará às 9h e se encerrará às 17h. Estão abertas as inscrições, o valor é de R$ 110 (R$ 99,90 para membros da ABRP). Integrante do Comitê Organizador, Demerval Leonidas Rodrigues, gerente de Radioproteção doIPEN, salientou que foram disponibilizadas dez vagas para servidores do Instituto, em contrapartida à cessão do local para o evento. "Esperamos que o nosso pessoal participe porque é uma importante reciclagem na área”.
A expectativa de Denise é de uma ampla participação, considerando que o evento é patrocinado e, portanto, as inscrições estão com valor acessível. "Para dois dias inteiro de debates, com os especialistas que estamos trazendo, que certamente promoverão discussões importantes na área, creio que é uma oportunidade única aos radioprotencionistas”, disse. O workshop, que além do IPEN conta com o apoio da CNEN, tem o patrocínio das empresas Cetre, Jabarra, MRA, VMI, ASNDT, Metaltec e PRORAD.
Aqui, o link para o evento. Para mais informações e inscrições: workshop2015@sbpr.org.br

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

A radioatividade utilizada na Medicina Nuclear é perigosa?


#‎SBMNResponde‬: A radioatividade da maioria dos elementos empregados cai para a metade (meia vida) em questão de horas ou dias e a radiação emitida é do tipo gama, similar aos raios X. O tempo de permanência dos materiais radioativos no corpo do paciente é ainda mais reduzido, considerando-se que muitas vezes ocorre eliminação deste pela urina. A dose de radiação dos procedimentos diagnósticos em medicina nuclear é, de uma forma geral, similar ou inferior à de outros métodos diagnósticos que empregam raios X.