Programe-se! Entre os dias 18 a 21 de novembro em Solanas, Punta Del Este, no Uruguai, ocorrerá o XXV Congresso de ALASBIMN! Confira a programação científica: http://www.alasbimn2015.org.uy/
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
SBMN no 2º Congresso Brasileiro Todos Juntos Contra Câncer
A SBMN estará presente na segunda edição do Congresso Todos Juntos Contra o Câncer. Representada por Beatriz Leme, a entidade acompanhará as mesas e palestras que compõe a grade de programação do encontro, que acontece em São Paulo, nos dias 25 e 26 de setembro.
O Congresso faz parte do Movimento Todos Juntos Contra o Câncer – uma iniciativa fundamentada pela união das principais entidades de oncologia do Brasil, que desde o ano de 2014 passaram a definir em conjunto as principais necessidades no segmento com o objetivo de trazer mudanças estruturais e políticas na saúde do país.
Norteado por 4 pilares: Promoção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados Paliativos, o Congresso TJCC tem como objetivo promover o mapeamento das melhores práticas e o fomento de colaborações na Rede de Atenção à Oncologia, bem como buscar estratégias para efetivar a implementação da Política Nacional para Prevenção e Controle do Câncer no País.
Saiba mais sobre o TJCC Acesse: http:// todosjuntoscontraocancer.com. br/2congresso/
Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1454
Pesquisa – Serviços/Instituições
São Paulo, 23 de setembro de 2015.
Prezado colega,
Estamos pedindo a sua colaboração para o preenchimento de um questionário online¹. Ele tem como objetivo fornecer informações para o Departamento de Centros Formadores de Especialistas em Medicina Nuclear da SBMN.
O objetivo deste questionário é obter informações que auxiliem os centros formadores de médicos nucleares. Entre as informações relevantes estão as perspectivas do mercado de trabalho para os novos médicos egressos nos próximos anos e também identificar o perfil de competências necessárias para a inserção nesse mercado, visando atender a necessidade dos novos contratantes e a estimulação da capacitação dos médicos em formação. Visa também identificar os Serviço/Instituição que tem capacidade ou desejam ser centros formadores ou receber estagiários/residentes para uma formação específica, assim como auxiliar nos programas de formação em andamento.
Esperamos que as respostas desse questionário nos auxiliem no diagnóstico dessa demanda e também nos subsidiem para definir que tipo de formação e competências são as mais significativas para os novos médicos nucleares.
O preenchimento e a sua identificação nesse questionário é voluntária.
A SBMN se compromete a manter total sigilo sobre a identificação da sua instituição. Os dados serão disponibilizados de modo coletivo para os membros da SBMN em breve.
Solicitamos que nos ajude participando da pesquisa.
Acesse nos links abaixo os questionários.
Agradecimentos,
Claudio Tinoco Mesquita
Presidente
Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
Presidente
Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
Sonia Marta Moriguchi
Depto Centros Formadores de Especialistas em Medicina Nuclear
Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
Depto Centros Formadores de Especialistas em Medicina Nuclear
Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
QUESTIONÁRIO – SERVIÇOS/INSTITUIÇÕES
Link: http://goo.gl/forms/aS2CzVWIh9
QUESTIONÁRIO – CENTROS FORMADORES
Link: http://goo.gl/forms/KOnKuoIoTN
Link: http://goo.gl/forms/aS2CzVWIh9
QUESTIONÁRIO – CENTROS FORMADORES
Link: http://goo.gl/forms/KOnKuoIoTN
Caso não consiga abrir, copie e cole o endereço no seu navegador.
Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1455
Rastreamento de câncer é oferecido apenas em oito estados
FABIANA CAMBRICOLI - O ESTADO DE S. PAULO
08 Setembro 2015 | 07h 25
Tecnologia começou a ser oferecida no SUS no ano passado para quatro tipos de tumor e deveria existir em 21 unidades federativas
SÃO PAULO - Exame importante para rastreamento e acompanhamento de pacientes com câncer, o PET-CT só está disponível hoje em oito Estados brasileiros, conforme os dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) do Datasus. A tecnologia começou a ser oferecida na rede pública no ano passado para quatro tipos de tumor - pulmão, colorretal, linfoma hodgkin e não-hodgkin - e com a promessa do Ministério da Saúde de que o equipamento estaria disponível em 21 Estados.
O número de aparelhos do tipo existentes hoje no SUS até chega perto desse número, mas a distribuição desigual pelo País faz com que o exame esteja disponível para poucos. São 19 equipamentos distribuídos entre Bahia, Minas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, onde estão localizadas oito máquinas. Nenhum Estado de Norte e Centro-Oeste tem a tecnologia.
Rosemeire. Famílias e amigos pagaram exame particular
Presidente da Oncoguia, organização não-governamental de apoio a pacientes com câncer, Luciana Holtz explica que os próprios gestores de saúde de localidades sem o exame não sabem lidar com o paciente que precisa passar pelo procedimento. "Já teve secretaria de saúde ligando para a gente para saber o que fazer. Não adianta dizer que está disponível na rede pública e não garantir o acesso universal e igualitário", afirma.
Moradora de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a dona de casa Rosemeire Alves Campos de Oliveira, de 48 anos, foi informada pelo próprio médico que, embora ela tenha a necessidade de um PET, o SUS local não poderia oferecê-lo. Diagnosticada com câncer de pulmão em março deste ano, a paciente recebeu o encaminhamento para pagar o exame em uma clínica particular. "O médico me disse que, se me desse um encaminhamento do SUS, eu entraria na Justiça, obrigando o hospital a pagar, e ele ficaria 'queimado' lá. Foi quando minha família e uns conhecidos fizeram uma vaquinha", conta ela.
Com a participação de parentes, amigos e vizinhos, Rosemeire conseguiu juntar os R$ 4 mil necessários para fazer o exame na rede particular, mas, daqui a dois meses, terá de passar por um novo exame do tipo e não sabe o que fazer. "Eu não tenho cara para pedir dinheiro para mais ninguém. E eu e meu marido ganhamos R$ 2 mil. Não dá para pagar", afirma. Segundo a dona de casa, o exame será imprescindível para saber se a quimioterapia está funcionando.
Agressividade. "O PET é importante porque consegue não só ver o tamanho do tumor, mas a sua atividade metabólica, ou seja, sua agressividade, além de fazer um rastreamento no corpo inteiro para ver possíveis metástases", explica Eduardo Nóbrega Pereira Lima, diretor do serviço de medicina nuclear e PET do A.C. Camargo Cancer Center, primeiro hospital a oferecer o procedimento no Brasil, em 2001. Hoje, a unidade faz 350 exames do tipo por mês, dos quais 10% são pacientes do SUS, atendidos por meio de convênio com a rede pública.
O Ministério da Saúde informou que o SUS oferece outras tecnologias de imagem utilizadas para diagnóstico do câncer e para definição de sua localização e extensão (estadiamento), entre eles radiografia, mamografia, cintilografia, ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética. A pasta não informou como um paciente com indicação de PET deve proceder se o aparelho não estiver disponível em seu Estado.
Sobre o caso de Rosemeire, a Secretaria Estadual da Saúde de Mato Grosso do Sul informou que Campo Grande está habilitada pelo ministério para a realização de PET-CT por meio de um convênio entre a secretaria municipal e uma instituição particular, mas disse que o caso de Rosemeire está sendo acompanhado pelo município. A Secretaria da Saúde de Campo Grande não respondeu aos questionamentos da reportagem.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Ex-aluna do Ciência sem Fronteiras ganha olimpíada nuclear internacional
Com trabalho sobre medicina, a estudante de engenharia nuclear Alice Cunha da Silva foi a primeira colocada da Olimpíada Nuclear, realizada na Agência Internacional de Energia Atômica, em Viena
A estudante da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alice Cunha da Silva, foi a vencedora da Nuclear Olympiad, organizada pela World Nuclear University (WNU) e pela Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea). O resultado da competição internacional foi anunciado nesta quinta-feira (17) na sede da Aiea, em Viena (Áustria). Autoridades da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen/MCTI), que estão em Viena em razão da Conferência Geral da Aiea, participaram da cerimônia de premiação.
Sob o tema "Técnicas Nucleares para o Desenvolvimento Global", a competição reuniu estudantes de graduação e pós-graduação de diversos países, que foram instigados a produzir vídeos de 60 segundos sobre alguma aplicação da energia nuclear que não fosse relativa à geração de eletricidade ou ao ciclo de produção do combustível nuclear.
Alice, aluna do Curso de Engenharia Nuclear da UFRJ, produziu um vídeo intitulado "Nuclear Save Lives" (Nuclear Salva Vidas). Ela abordou a Medicina Nuclear e suas técnicas de diagnóstico e tratamento de doenças. A qualidade do vídeo e a grande quantidade de visualizações do conteúdo na internet fizeram a estudante brasileira chegar à etapa final da competição. Alice foi a única finalista brasileira e também dos países americanos.
"Todas as apresentações foram ótimas. Fomos julgados, os pontos foram contados e eu ganhei. Recebi o troféu das mãos do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Yukiya Amano", relatou a estudante. Ela concorreu com quatro estudantes selecionados em duas etapas eliminatórias.
Na primeira, os juízes avaliaram os vídeos enviados pelos participantes considerando a criatividade de cada um, a relevância e a adequação ao tema "Técnicas nucleares para o desenvolvimento global". Os trabalhos selecionados para a segunda fase foram divulgados na internet para apreciação do público. Os cinco vídeos que receberam o maior número de avaliações positivas no Youtube seguiram na disputa.
Na manha desta quinta-feira, na sede da Aiea, os cinco finalistas realizaram apresentações orais sobre tecnologia nuclear. A apresentação de Alice foi considerada "excelente" por muitos dos presentes, e foi o que a fez vencer a Nuclear Olympiad.
Alice, agora, faz planos para o futuro. Conta que pretende seguir carreira na área de produção de energia. "Nós temos em mãos uma das chaves para a produção de energia de base limpa, confiável, barata e, ao contrário do que muitos pensam, segura", afirma.
Ciência sem Fronteiras
Pelo Programa Ciência sem Fronteiras, Alice estudou por um ano nos Estados Unidos (EUA). A estudante também já teve a oportunidade de apresentar seu trabalho em um congresso organizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA. (MIT, na sigla em inglês). No Brasil, Alice chegou a participar da fundação da Seção Estudantil de Engenharia Nuclear da UFRJ, a qual foi presidente.
Em 2013, a estudante foi uma das coordenadoras da Semana de Engenharia Nuclear, evento que tem o patrocínio de algumas empresas – entre elas as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) –, com o propósito de estimular alunos de graduação no desenvolvimento de pesquisas e projetos na área.
Fonte: INB
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Ga-68 PSMA PET tracer may improve detection of recurrent prostate cancer
A study published in The
Journal of Nuclear Medicine found that PET imaging using Ga-68 prostate-specific
membrane antigen offers better detection rates than F-18 fluoromethylcholine in
identifying early prostate cancer recurrence. "Our main finding is that
even at extremely low PSA levels (< 0.5), PSMA was able to detect sites of possible recurrence in 50% of patients while FMC detected possible recurrence in only 12.5%," said researcher Dr. Joshua James Morigi. Diagnosis using the PSMA-based tracer resulted in 44% more changes to case management than FMC.
Link original: http://www.smartbrief.com/s/2015/09/ga-68-psma-pet-tracer-may-improve-detection-recurrent-prostate-cancer
Estudos biológicos de radiofármacos em modelos animais
“Estudos biológicos de radiofármacos em modelos animais”, proferido pela doutoranda Adriana Vidal, será apresentado excepcionalmente no dia 23/09, quarta-feira, às 13:30h no Centro de Radiofarmácia do IPEN. Não perca! http://ow.ly/SumUN
Ambassador Laercio Antonio Vinhas of Brazil Takes Over as the Chairman of the IAEA Board of Governors
By , IAEA Office of Public Information and Communication
Chairman of the IAEA Board of Governors Laércio Antonio Vinhas addressing the delegates. (Photo:Dean Calma/IAEA)
The IAEA Board of Governors on 21 September elected by acclamation the Governor from Brazil Ambassador Laércio Antonio Vinhas as the Chairman of the Board for 2015-2016. His term commences today for a period of one year. He replaces the Governor from Slovakia, Ms Marta Ziaková.
Ambassador Vinhas took up his current post as Permanent Representative of Brazil to the IAEA and to the Comprehensive Nuclear-Test-Ban Treaty Organization, in January 2012. He served from 1965 to 2011 at the Brazilian National Nuclear Energy Commission in different capacities, including Director of the Institute of Radiation Protection and Dosimetry, Head of the Safeguards Department, Head of the International Affairs Office, and Director of Nuclear Safety, Security and Safeguards.
During his career as researcher, manager, university professor and academic adviser, Mr Vinhas acquired extensive experience in various areas related to Atomic Energy, including Nuclear Physics, Nuclear Safety and Security, Safeguards, Public Information, Emergency Planning and Preparedness and Application of Nuclear Energy.
He has been a member of the Brazilian delegation to the IAEA General Conference and to the Board of Governors since 1990.
Ambassador Vinhas was also a member of the IAEA Commission of Safety Standards (CSS), the Standing Advisory Group for Safeguards Implementation (SAGSI) and the International Nuclear Safety Group (INSAG).
He holds a Bachelor of Science in Physics from the University of São Paulo and a Ph.D. degree in Nuclear Physics from the University of Campinas, both in Brazil. He has authored and co-authored about 50 scientific publications and 60 scientific papers presented in national and international symposia and conferences.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Emoção e união marcam celebração do Dia do Médico Nuclear
Com inauguração de galeria de presidentes, SBMN comemora a data recém-instituída e presta justa homenagem a todos aqueles que contribuíram para fortalecer as raízes da medicina nuclear brasileira
Pela primeira vez na história da medicina nuclear nacional foi possível celebrar o “Dia do Médico Nuclear”. Instituído pela Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear em 14 de setembro, em alusão à data de sua fundação, há 54 anos, a data traduz o anseio de toda comunidade de especialistas de terem um dia dedicado única e exclusivamente a comemorar Medicina Nuclear, seus avanços alcançados ao longo dos anos, bem como seus desafios e perspectivas futuras.
Para selar a data com chave-de-ouro, a diretoria da gestão atual da Sociedade, sob a presidência de Claudio Tinoco Mesquita, inaugurou a “Galeria dos Presidentes” - um espaço permanente, localizado na sede da entidade, destinado a manter viva a memória da Sociedade, representada por cada presidente que a presidiu ao longo de mais de cinco décadas.
“Não somos nada sem nossas memórias. Mais do que uma galeria de fotos, este espaço simboliza nossas raízes representadas por cada presidente que compôs a Sociedade e lutou bravamente para que avançássemos em meio a inúmeros desafios”, declarou emocionado o presidente da gestão atual da SBMN, Claudio Tinoco Mesquita.
Passado, presente e futuro se fundiram em meio às homenagens dedicadas aos pioneiros da Medicina Nuclear. Junto a seus familiares e amigos, José Carlos Barbério; David Serson; Adelanir Barroso; José Claudio Meneghetti; Marília Marone; José Soares Junior e Celso Darío Ramos deram voz a todos aqueles que compuseram as gestões da Sociedade.
Um a um compartilharam os momentos marcantes que vivenciaram ao longo de sua trajetória à frente da especialidade, como a produção do primeiro radiofármaco nacional, bem como suas contribuições para que a medicina nuclear se tornasse hoje um expoente no campo diagnóstico e terapêutico.
Também receberam a justa homenagem Lenine Fenelon Costa; Osvaldo Estrela Anselmi; Edwaldo Camargo. José Augusto Villela Pedras, hoje com 94 anos, representado por seus netos, que hoje seguem os passos de seu avô – “Se hoje somos o que somos é por conta de cada um de vocês e do que fizeram”, declararam a todos; Merece destaque a celebração da memória de Tede Eston de Eston, na ocasião representado por sua filha.
Com algumas palavras, a notória médica nuclear Anneliese Fischer Tom contou a todos o exato momento da fundação da Sociedade por Eston. “Ele tinha a capacidade de fazer as pessoas acreditarem em seus planos. Em um dia muito bonito, Dr. Eston chamou a mim e a mais cinco colegas para uma reunião na biblioteca do então IPEN. Após expor suas intenções, e sob olhares altivos, nasceu a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear”, contou.
Ao final, Annelise foi aclamada por todos por seu empenho e dedicação em guardar a história da especialidade com zelo. “Represento aqui todos os que vem contribuindo e tomo esta como homenagem estendida a àqueles que trabalham em prol de nossa Sociedade”, finalizou Annelise.
Com uma salva de palmas a inauguração da galeria foi encerrada com a certeza de que ali estão guardadas as sementes da medicina nuclear brasileira.
Além dos diretores da gestão atual, de colaboradores e parceiros, estiveram presentes na ocasião José Carlos Bressiani e Jair Mengatti - do Instituto de Pesquisas Energéticas Nucleares (IPEN).
A diretoria da SBMN agradece a todos que contribuíram para que fosse possível tornar realidade este dia e tudo que foi realizado nele.
Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1449
Em Brasília Dia do Médico Nuclear é celebrado em aula
Com aula comemorativa realizada no dia 14 de setembro, os médicos nucleares de Brasília (DF) celebraram o Dia do Médico Nuclear. O encontro aconteceu na sede da Associação Médica de Brasília (AMBr), em alusão à data.
Segundo o coordenador da seção da SBMN na cidade-satélite, Gustavo Gomes, a data os inspirou a apresentar e aproximar a Medicina Nuclear dos acadêmicos locais, bem como de outras especialidades como cardiologia, na neurologia, na oncologia e em relação às terapias com radioisótopos.
Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1450
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Produção de zircônio-89, procedimentos de conjugação e radiomarcação de anticorpos monoclonais e métodos de controle de qualidade
Não perca a palestra sobre "Produção de zircônio-89, procedimentos de conjugação e radiomarcação de anticorpos monoclonais e métodos de controle de qualidade”, proferida pela doutoranda Raquel Benedetto, que acontecerá amanhã (17/09) às 09h na Sala de Seminários CR do Centro de Radiofarmácia do IPEN!
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
14 de setembro - Dia do Médico Nuclear
Feliz Dia do Médico Nuclear! Com uma história de desafios e superação, a medicina nuclear celebra 54 anos neste mês de setembro. Nesse ano, a SBMN instituiu a data da fundação da entidade como comemorativa do médico nuclear – sendo constituído o “14 de setembro - Dia do Médico Nuclear”. Saiba mais: http://ow.ly/SbgEB
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
PATRAM 2016
#SaveTheDate: Entre os dias 18 a 23 de setembro acontecerá o 18º Simpósio PATRAM, na cidade de Kobe, no Japão. O PATRAM é o maior evento mundial sobre embalagens e transporte de materiais radioativos e reúne a comunidade internacional de transporte. Confira a programação científica do evento: http://www.patram2016.org/
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
14 de setembro é instituído Dia do Médico Nuclear
Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear escolhe a data da fundação da entidade como o dia de celebrar a especialidade no Brasil
Com uma história de desafios e superação a medicina nuclear celebra 54 anos neste mês de setembro. Neste ano a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear instituiu a data da fundação da entidade como celebrativa ao Médico Nuclear – sendo constituído “14 de setembro - Dia do Médico Nuclear”.
Pela primeira vez os especialistas terão um motivo a mais para comemorar. “Além de relembrarmos a nossa história, o Dia do Médico Nuclear vem sedimentar um processo que temos há muito caminhado, em busca do reconhecimento da especialidade e de seu potencial no campo da medicina”, avalia Claudio Tinoco, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN).
Na data a SBMN irá inaugurar em sua sede – localizada em São Paulo, a “Galeria de Presidentes” – um espaço permanente destinado a manter viva a memória da especialidade. Na ocasião serão homenageados os presidentes que lideraram a sociedade, como reconhecimento de seus esforços em prol do reconhecimento e desenvolvimento da MN no País.
Desde a sua fundação, em 1961, a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear - entidade filiada à Associação Médica Brasileira (AMB) - tem buscado estratégias que fortaleçam e desenvolvam a especialidade no País, para que possa ser atingido o seu pleno potencial diagnóstico e terapêutico nos diversos campos da saúde, seja no âmbito público ou privado.
Hoje, a medicina nuclear (MN) atua em diversas áreas como cardiologia, oncologia, hematologia, neurologia, entre tantas outras e usa quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) para diagnosticar diversas doenças, que incluem as cardiovasculares – em especial infecções agudas e infarto do miocárdio, embolia pulmonar, câncer, obstruções renais, demências. Entre os principais recursos estão a cintilografia e o PET-CT.
Tinoco esclarece ainda que a especialidade pode também definir o tipo e extensão do câncer no organismo, o que irá ajudar o oncologista na decisão sobre a conduta terapêutica mais adequada para cada caso (terapia alvo). Como forma de tratamento, os radiofármacos podem ajudar a combater o hipertiroidismo ou tratamento de câncer na tiroide, dores ósseas, e também casos de tumores específicos. Recentemente, houve o registro do primeiro radiofármaco para tratamento de câncer de próstata.
Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1446
14 de setembro Fundação SBMN
É um novo capítulo para a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN)! No dia 14 de setembro, completaremos 54 anos de instituição, fortalecendo a cada dia esta especialidade que, finalmente, terá um dia oficial para ser comemorada! No mesmo dia em que a SBMN foi fundada, o “Dia do Médico Nuclear” será instituído, marcando também a inauguração de uma galeria de fotos de ex-presidentes da Sociedade em nossa sede, voltada principalmente para membros da diretoria e homenageados, bem como seus familiares. Acompanhe a página da SBMN para conferir os principais marcos da nossa história:
XXV Congreso Alasbimn 2015
Estimados amigos:
Con agrado les anunciamos la realización del XXV Congreso de Alasbimn en Solanas Vacation Club, Punta del Este, del 18 al 21 de noviembre de 2015. Siendo la cuarta vez que este evento se organiza en Uruguay, contamos con antecedentes para aguardar un nuevo éxito en lo científico y lo social, que dependerá del entusiasmo que genere nuestra propuesta y de la activa participación de todos ustedes.
Nos encontramos en un cruce de caminos en cuanto a la aplicación clínica de métodos que emplean las radiaciones ionizantes en forma de fuentes abiertas para diagnóstico y tratamiento. Más allá de la extensamente probada efectividad de la imagen molecular en la evaluación de enfermedades de creciente prevalencia relativa como las neoplásicas, cardiovasculares y neurodegenerativas, nos enfrentamos a nuevos desafíos: la necesidad de optimizar dosis para limitar la exposición del paciente, el correcto uso de la tecnología híbrida, la ubicación de las técnicas nucleares frente a otras modalidades de reciente aparición y el desarrollo de protocolos que nos permitan encarar una posible escasez de insumos, entre otros. A su vez, la disponibilidad de mayor variedad de compuestos con capacidad simultánea de diagnóstico y tratamiento permite actualmente refinar la aplicación de terapias con adecuación específica a la condición de cada paciente según el patrón molecular de su enfermedad, lo que nos obliga a profundizar en la compleja interrelación entre las ciencias básicas y la clínica.
Debemos también aprovechar al máximo las propiedades cuantitativas inherentes a las técnicas de imagen molecular. Esta característica diferencial representa una poderosa herramienta para la toma de decisiones a la hora de establecer un pronóstico, estratificar el riesgo, decidir una opción terapéutica o evaluar la respuesta a la misma. El manejo del paciente basado en elementos objetivos, confiables y reproducibles está llamado a demostrar gran impacto clínico y lo que no es menos importante, ayudar a optimizar los siempre limitados recursos volcados al sector salud en nuestra región.
Todos estos aspectos serán abordados por expertos en cada tema, en el marco de un programa científico original y atractivo, con énfasis en la presentación y discusión de casos clínicos bajo la modalidad de talleres o sesiones interactivas. Junto a un programa social de confraternidad y distensión entre espectaculares paisajes naturales, esperamos combinar los ingredientes adecuados para un congreso inolvidable. No se lo pierdan.
Dr. Fernando Mut
Presidente, ALASBIMN
Curso Precongreso de ALASBIMN
Estimados Colegas: Aprovechando la presencia en Uruguay de destacados profesionales de Radiofarmacia hemos decidido organizar en Montevideo un curso en los 2 días previos al Congreso de ALASBIMN. En el adjunto les envío el programa. Espero que algunos de ustedes tengan la oportunidad de adelantar un par de días su viaje a Uruguay y así aprovechar esta buena oportunidad para la comunidad de Radiofarmacia.
Cordiales saludos
Ana Rey
CURSO
DE POSGRADO “Desarrollo de nuevos Radiofármacos:
del laboratorio de investigación al paciente”
16 y 17 de noviembre de 2015
AULA
PIRIZ MACOLL DE LA FACULTAD DE QUÍMICA, MONTEVIDEO
OBJETIVO:
Brindar una visión actualizada de todas las etapas necesarias para introducir en la práctica clínica un nuevo Radiofármaco, desde las estrategias para su diseño e investigación hasta aspectos tecnológicos de su preparación y control de calidad.
PÚBLICO OBJETIVO: Estudiantes y Egresados de la Facultad de Química o Facultad de Ciencias
PROGRAMA
LUNES 16 DE NOVIEMBRE
13:00 – 14:00
Estrategias para integrar propiedades tipo-medicamento en el desarrollo de un nuevo fármaco
Dr. Hugo Cerecetto, Centro de Investigaciones Nucleares, Facultad de Ciencias, Uruguay
14:00-15:00
Química de los Radiofármacos de 11C y 18F
Dr. Eduardo Savio, Centro Uruguayo de Imagenología Molecular, Uruguay
CAFÉ
15:30- 17:00
Design and production of PET-radiopharmaceuticals.
Dr. Phillip Elsinga, The Netherlands
17:00-18:30
“So, you are ready to produce batches of your precious Radiopharmaceutical, what comes next?”
Dra. Carmen Dence, USA
MARTES 17 DE NOVIEMBRE
9:00 – 9:30
Química de los radiometales de interés en Medicina Nuclear
Dra. Ana Rey, Cátedra de Radioquímica, Facultad de Química
9:30 – 10:30
Metallic Radiopharmaceuticals
Dr. Adriano Duatti, Italy
CAFÉ
10:45 – 12:00
Requirements, planning and automation of radiometal based peptides preparations.
Dr. Clemens Decristoforo, Austria
12:00 – 13:00
Good Manufacturing Practice in Radiopharmacy
Dr. Uday Bhonsle, Austria
CERTIFICADOS DE ASISTENCIA Y APROBACIÓN
Se entregará certificado de Asistencia.
Para aquellos que así lo deseen se realizará una evaluación consistente en la preparación y presentación de un Seminario individual o grupal sobre alguno de los temas del curso. Esta actividad se realizará en fecha a convenir con los interesados.
CREDITIZACIÓN
El curso otorgará 2 créditos a aquellos participantes que aprueben la instancia de evaluación. Dichos créditos podrán ser validados para el Diploma de Especialista en Radiofarmacia o para posgrados en Química.
COSTO: El curso es gratuito
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Marcos Históricos SBMN
Neste mês, a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) faz 54 anos de existência, contabilizando 17 presidentes que fizeram a diferença durante suas gestões. Conheça a história que você também faz parte! #MedicinaNuclear #54AnosdeMN #DiaDoMédicoNuclear #SBMN
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Em reunião, SBMN esclarece à CNEN situação do ressarcimento da MN no País
No dia 27 de agosto membros da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) reuniram-se na sede da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), no Rio de Janeiro, para juntos avaliarem a situação do ressarcimento dos insumos dispendidos pela prática da medicina nuclear no País, no que cabe ao campo da saúde pública.
Foi possível à Sociedade esclarecer à CNEN os critérios nos quais se baseia no que cabe à relação de custos da MN x remuneração do valor dos procedimentos, que hoje se encontra defasada devido a falta de reajuste na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) desde o ano de 2009. A Sociedade pode compartilhar o impacto sobre a especialidade quando há aumento no custo do material radioativo, conforme o ocorrido em julho deste ano, do montante de 22%. Recentemente, inclusive, a Sociedade encaminhou ofício ao Ministério da Saúde com o objetivo de estabelecer uma solução frente à situação, que impacta profundamente a especialidade, caso não haja mudança de cenário.
A SBMN esteve representada por uma comissão formada pelo presidente, Claudio Tinoco Mesquita; pelo diretor, Sérgio Altino; pela assessora econômica, Beatriz Leme; e pelo médico nuclear e ex-presidente da Sociedade, Adelanir Barroso. Da CNEN, participou o coordenador geral, Luiz Fernando de Carvalho Conti; o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, Isaac Obadia; e o coordenador da Coordenação Geral de Planejamento e Avaliação da Comissão, Francisco Rondinelli.
Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1444
SBMN representa especialidade no VI Fórum Nacional de Ensino Médico
Os impactos na formação médica a partir da Lei nº 12.871/2013, que instituiu o Programa “Mais Médicos”, que está prestes a completar dois anos, foram alvo das discussões no VI Fórum Nacional de Ensino Médico. Promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), o encontro foi realizado na sede da Associação Médica de Brasília (AMBr), em Brasília (DF), entre os dias 27 e 28 de agosto.
A mesa-redonda “Adequação das Escolas Médicas às Diretrizes Curriculares Impostas pela Lei nº 12.871/13”, que ocorreu no segundo de encontro, trouxe à discussão os inúmeros desafios que há hoje no processo de formação do médico no País, que vão desde a abertura desenfreada de escolas médicas, até a determinação prevista na lei de que 30% da carga horária do internato devem ser cumpridos no sistema público. Além destas problemáticas, foi discutida também a questão dos Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino Saúde (COAPES), convênios firmados entre as Instituições de Ensino e as Unidades Básicas de Saúde, e a criação de um sistema de Acreditação das Escolas Médicas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). (confira notícia no site do CFM na íntegra)
A Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) esteve presente representada pelos diretores Barbara Amorim, e Gustavo Gomes, da Sociedade em Brasília. Os médicos nucleares puderam levantar questões relativas à inserção da Medicina Nuclear na graduação médica, o que não ocorre atualmente. De acordo com os diretores foi possível aproveitar o momento para expor a necessidade de implantar a medicina nuclear na grade curricular dos cursos de graduação - como já ocorre na Unicamp, USP e UFRJ.
“Defendemos que esta implementação é fundamental para que os alunos tenham contato com a especialidade - que se encontra em franca expansão no Brasil - ao longo de sua formação, e não mais de maneira pontual, como ocorre nas poucas instituições em que há a abordagem”, relatou Barbara. Outros pontos defendidos foram o ingresso da MN nas Ligas Acadêmicas e que seja realizado um levantamento junto aos serviços da área que já participam da graduação, experiências exitosas que possam servir de modelo.
Como desfecho, a SBMN levantou alguns pontos que podem ser sugeridos e defendidos dentro do processo de revisão da grade curricular das escolas médicas.
1. Implantação da MN na grade em cada escola individualmente: cada escola faria a sua inserção na grade de acordo com suas possiblidades. Isso já tem sido feito por algumas como Unicamp, USP, UFRJ. Poderíamos promover um maior incentivo para que isso ocorresse.
2. Inserir a MN longitudinalmente na graduação, isto é, inserida em grandes temas ao longo da graduação e não de maneira pontual. Isso tem sido uma forte tendência no ensino médico.
2. Inserir a MN para nas Ligas Acadêmicas
3. Levantar dentro dos serviços de Medicina Nuclear que já participam da graduação experiências exitosas e que poderiam ser copiadas.
Medicina Nuclear & Formação
O presidente da SBMN, Claudio Tinoco, avalia que a abertura inconsequente de faculdades de medicina pode agravar sobremaneira este a má formação de médicos no país. Tinoco acredita que a mudança deste cenário só ocorrerá com investimento em criação de novas vagas para médicos especialistas. “E, não basta apenas criar residências em áreas mais carentes, pois os estudos de demografia médica demonstram que apenas um terço dos médicos ficam no local em que fazem o seu treinamento. Assim a criação de vagas tem que ser ligada diretamente a melhora da infraestrutura médica para melhorar o atendimento da população”, ponderou ele.
Para a Medicina Nuclear a residência continuará sendo de acesso direto. Para haver mais e melhores médicos nucleares no Brasil, o presidente da SBMN acredita que será necessário que haja uma ação, apoiada pela SBMN, em que as próprias escolas médicas e os serviços que puderem promover novas residências o façam. Tendo em vista o número de médicos nucleares atualmente (menos de 700) e número de serviços de medicina nuclear em atuação no Brasil (menos de 450) para atendermos a população brasileira (204 milhões) é preciso ter o dobro de serviços, especialmente nas áreas mais carentes do país (diversos estados com 1 ou 2 serviços apenas) e um número maior de médicos nucleares (de 50% a 100% mais médicos). “É triste ouvir histórias de serviços de medicina nuclear que estão sem funcionar, pois não há médicos disponíveis”, avalia.
Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1443
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