domingo, 11 de maio de 2014

HC e InRad produzem radiofármaco para diagnóstico de Alzheimer

Radiologia do Hospital das Clínicas da USP é primeira a produzir carbono 11 para diagnóstico por imagem da doença
O Centro de Medicina Nuclear do Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-USP) anunciou esta semana a conclusão do estudo pré-clínico em ratos do Carbono 11 (molécula PiB ou composto B de Pittsburgh), radiofármaco produzido pela primeira vez no Brasil que auxilia no diagnóstico mais preciso da doença de Alzheimer. A equipe é coordenada por Carlos Alberto Buchpiguel e por Daniele de Paula Faria.
Os pesquisadores utilizaram o cíclotron e o módulo de síntese para Carbono 11 do Centro Integrado de Produção de Radiofármacos do InRad, além do Laboratório de Radiofarmácia equipado com um microPET/CT para pesquisa pré-clínica com pequenos animais. A produção do 11C-PIB foi otimizada nesta estrutura, assim como todos os controles de qualidade físico-químicos e biológicos para injeção in-vivo. O próximo passo é a validação de todo o processo para poder utilizar este radiofármaco em pacientes.
O novo método, capaz de distinguir o Alzheimer de outras formas de demência, trará, segundo sua equipe de desenvolvimento, importante contribuição para identificar a concentração de beta-amiloide no cérebro, uma proteína que se acopla às placas senis causando danos às células cerebrais.
O uso do 11C-PIB é produzido apenas em alguns centros de investigação mundial na Europa, EUA, Japão e recentemente no Uruguai. Outras doenças neurodegenerativas serão também foco de projetos de pesquisas no Centro de Medicina Nuclear do InRad.

Segundo os pesquisadores, esse marcador pode contribuir para o diagnóstico mais adequado da doença de Alzheimer, que não tem cura, mas que se tratada adequadamente pode melhor a qualidade de vida do paciente.

Cnen divulga resultado da seleção para bolsas de mestrado e doutorado

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen/MCTI) divulgou o resultado final do processo seletivo para a concessão de bolsas de mestrado e doutorado. Foram selecionados 37 candidatos, sendo 26 para bolsas de mestrado e 11 para doutorado.

A remuneração mensal para os mestrandos é de R$ 1,5 mil e R$ 2,2 mil para os doutorandos. A avaliação para a concessão das bolsas levou em consideração quatro aspectos: plano de trabalho, currículo do orientador e do candidato e afinidade do projeto às áreas de interesse da Cnen, conforme descrito no edital.

As bolsas terão vigência máxima de 24 meses para alunos do mestrado e de 48 meses para os de doutorado.

Texto: Raphael Rocha – Ascom do MCTI

Medicina Nuclear 2014 - GUARDE ESTA DATA!


sábado, 10 de maio de 2014

Case of the Month - May 2014


EANM’14 Congress


Profesionales de Medicina Nuclear aplican tratamientos novedosos en cáncer de tiroides

En el centro, Marina Álvarez y María Isabel Baena, con el equipo médico. - CÓRDOBA

EUROPA PRESS 28/04/2014
El servicio de Medicina Nuclear del Hospital Universitario Reina Sofía de Córdoba está prestando una atención novedosa relacionada con el cáncer tiroideo que permite un mejor pronóstico a los pacientes que sufren dicha patología. Los profesionales de esta unidad también pertenecen a potentes grupos que investigan sobre este tipo de tumor e incluso reciben estancias de profesionales de otros países para aprender el manejo de estas nuevas técnicas frente al cáncer de tiroides.
A este respecto, la delegada territorial de Igualdad, Salud y Políticas Sociales de la Junta de Andalucía en Córdoba, María Isabel Baena, quien ha visitado el servicio para conocer el trabajo diario de sus profesionales, ha destacado en un comunicado que "la atención multidisciplinaria del cáncer diferenciado de tiroides ha convertido el Hospital Reina Sofía en uno de los más importantes a nivel nacional e internacional en este terreno".
Además, también ha resaltado como novedad la reciente incorporación de la cirugía radioguiada de las recidivas de neoplasia tiroidea (con yodo 131 y con otra sustancia conocida como 18F-FDG) y otro avance importante en el tratamiento del cáncer de tiroides, que es la administración de dosis bajas de 131-I en pacientes de bajo riesgo, lo que ha disminuido el número de ingresos, la estancia media y la dosimetría del paciente.
Por su parte, el director de la Unidad de Gestión Clínica de Medicina Nuclear, Juan Antonio Vallejo, ha apuntado que el Hospital Reina Sofía "es el centro que actualmente tiene más experiencia a nivel nacional en la aplicación de dosis bajas de yodo 131, con unos resultados excelentes que se ven refrendados por la literatura internacional. Hasta ahora, más de un centenar de pacientes se han beneficiado de este procedimiento".
Este servicio se estructura en cinco unidades asistenciales. La primera de ellas está formada por cuatro gammacámaras y la segunda por un PET/CT de última generación para el diagnóstico, seguimiento, evaluación de respuesta a la terapia y monitorización de pacientes oncológicos. También se incluye la unidad de densitometría, donde se realizan anualmente unos 15.000 estudios (análisis de densidad mineral ósea para pacientes con riesgo de osteoporosis).
Por su parte, en el laboratorio de radioinmunoanálisis se miden marcadores de metabolismo óseo, factor de crecimiento y marcadores de cáncer de tiroides (determinar sustancias que se encuentran en muy pequeñas concentraciones en el organismo). Finalmente, la última unidad es la de radiofarmacia, donde se producen los radiofármacos que luego se van a administrar a los pacientes.
La cartera de servicios de Medicina Nuclear abarca exploraciones de áreas cardiológicas, endocrinológicas, nefrológicas, osteoarticulares, reumatológicas, gastroentorológicas, neurológicas, urológicas y oncológicas, entre otras. Un volumen significativo de los pacientes atendidos son niños y en las distintas exploraciones se emplean dosis muy pequeñas de radiación, con una alta sensibilidad para la detección de lesiones que por otros medios no sería posible.
Recientemente, los especialistas en Medicina Nuclear del Reina Sofía han participado en la aplicación de nuevos tratamientos con emisores alfa (el radio 223) para el tratamiento de pacientes con cáncer de próstata resistente a castración, consiguiendo resultados de mejora de la supervivencia. También cuentan con amplia experiencia en la utilización de técnicas de radioinmunoterapia (radiación dirigida contra unos receptores celulares en pacientes con linfoma), disminuyendo los efectos secundarios que tendrían otras terapias.
Finalmente, la actividad del pasado año se resume en 9.275 exploraciones (un 6% más que en 2012), 2.162 PET (este año aumentará significativamente, ya que se atiende también a toda la provincia de Jaén), 415 procedimientos de ganglio centinela, 12.834 densitometrías, 209 tratamientos de cáncer de tiroides (el 93% de los pacientes ingresados fue dado de alta en 24 horas) y 12 estudios de muerte cerebral para trasplante que resulta muy importante para la selección del donante.

SUS incorpora exame PET-CT para pacientes com câncer

O Sistema Único de Saúde(SUS) incorporou o exame PET-CT (tomografia por emissão de pósitrons) para pacientes com câncer de pulmão, câncer colorretal e de linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin.
O PET-CT permite avaliar o grau de avanço do tumor e a extensão da doença no corpo do paciente.
Para garantir o acesso da população a esse serviço, considerado de alto custo, o Ministério da Saúde irá investir mais R$ 31 milhões por ano, beneficiando diretamente 20 mil pessoas portadoras dessas doenças e que se enquadram nas condições indicadas.
"Os três tipos de câncer para os quais o exame está sendo indicado são aqueles em que o PET-CT agrega mais benefícios para a qualidade do tratamento, avaliando com mais precisão a extensão da doença e a necessidade de se fazer cirurgia", explicou o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães.
O SUS oferece outras tecnologias de imagem que são utilizadas para diagnóstico e estadiamento de diversos cânceres.
São elas: radiografia simples, mamografia, cintilografia, ultrassonografia, tomografia computadorizada (CT) e ressonância magnética (MRI).
A adição do exame da PET-CT representa um avanço no diagnóstico e tratamento desses tipos de câncer, e poderá diminuir os exames e as cirurgias desnecessárias, bem como reduzir a morbidade, a mortalidade e os custos associados ao tratamento dessas doenças.
Nos casos de câncer de pulmão e para câncer colorretal em pessoas com metástase hepática, o PET-CT será usado para avaliar se é viável realizar cirurgias, pois se o estágio estiver muito avançado, a operação não é recomendável. No caso de linfomas, o exame será feito antes e depois da quimioterapia para avaliar a extensão da doença e a resposta ao tratamento.
Tecnologia PET-CT
Desenvolvida pela medicina nuclear, a tomografia por emissão de pósitrons (PET, do inglês Positron Emission Tomography, popularmente conhecido por PET Scan) é uma técnica de diagnóstico por imagens que usa marcadores radioativos para detectar processos bioquímicos nos tecidos do corpo humano.
O PET-CT é um equipamento híbrido, em que a tomografia computadorizada e a PET registram simultaneamente as imagens anatômicas e de atividade metabólica das células em um único exame.
Diferentemente de outras tecnologias de imagem como a radiografia, a ultrassonografia, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética (voltadas predominantemente para definições anatômicas de doença), a PET pode avaliar o bombeamento sanguíneo e a atividade metabólica dos tecidos, podendo ser utilizada de forma complementar ou mesmo substituindo essas técnicas de diagnóstico por imagem.
A PET fornece imagens da função e do metabolismo corporais e, dessa forma, é capaz de demonstrar as alterações bioquímicas mesmo onde antes não existia uma anormalidade estrutural evidente. Isso permite um diagnóstico precoce, o que pode fazer diferença, por exemplo, para os resultados terapêuticos de neoplasias curáveis.

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PET/CT de UNAM busca ser referencia en producción de radiofármacos



New PET/CT scanner more patient friendly

Date:
April 10, 2014
Source:
Loyola University Health System
Summary:
A new patient-friendly PET/CT scanner does combined exams in just 15 or 20 minutes, and the patient is never completely enclosed. The state-of-the-art system is improving the diagnosis and treatment of cancer, heart disease, epilepsy, Alzheimer's disease and other conditions. "It is the most patient-friendly system of its kind," said a hospital's medical director of Nuclear Medicine.

Loyola University Medical Center is now offering patients the most advanced PET/CT scanner on the market.

The state-of-the-art system is improving the diagnosis and treatment of cancer, heart disease, epilepsy, Alzheimer's disease and other conditions.
The Philips Gemini TruFlight® system merges computed tomography (CT), which shows anatomy, with positron emission tomography (PET), which shows metabolic activity. The non-invasive exam takes just 15 or 20 minutes. The patient, lying on an open gantry, is never completely enclosed, and can interact with staff.
"It is the most patient-friendly system of its kind," said Robert Wagner, MD, medical director, Nuclear Medicine.
A CT scan combines an array of X-rays to produce a 3D image. For example, a CT scan can show, in exquisite detail, the structural anatomy of a tumor.
The PET scan, in turn, can reveal metabolic "hot spots." Before the exam, a patient is given a radiopharmaceutical, which is absorbed by organs and tissues that use the most energy. For example, cancer cells, which use more energy than healthy cells, absorb more of the radiopharmaceutical and thus light up the image.
In addition to detecting a tumor, a PET/CT scan can show precisely where it is located, whether it is benign or malignant and whether it has spread. A PET/CT scan also can be used to assess the effectiveness of chemotherapy and determine whether a tumor has recurred. In cardiovascular patients, a PET/CT scan can determine whether heart muscle damaged in a heart attack is still viable. The scan also can detect cardiac sarcoidosis, an inflammatory disease.
In neurological patients, a PET/CT scan can determine the location in the brain where epileptic seizures are originating. The system also can detect amyloid proteins associated with Alzheimer's disease.
Many other applications for PET/CT scans are being developed, Wagner said. "We're just at the tip of the iceberg."

La 'fotografía' que salva vidas

El diagnóstico por imagen se ha convertido en una herramienta imprescindible en la práctica clínica

El cerebro, uno de los grandes beneficiados por la imagen médica.

La imagen médica del cerebro ha permitido detectar, localizar y etiquetar muchas enfermedades neurológicas y psiquiátricas. Y, según los expertos, nuestro país realiza una labor «imprescindible» en el estudio y diagnóstico por imagen del cerebro con grupos de trabajo de «un gran potencial y alto nivel europeo», tal y como afirma el profesor Luis Martí-Bonmatí, Académico Correspondiente de la Real Academia Nacional de Medicina (RANM).
Durante la I Jornada Científica ‘Imagen médica: usos actuales y papel futuro’, se hizo hincapié en el desarrollo de las técnicas de imagen y su enorme potencial porque han posibilitado el diagnóstico no invasivo y aportan una gran cantidad de información a nivel anatómico, bioquímico o funcional. «Así, la imagen médica se ha convertido en una herramienta imprescindible en la medicina moderna. De hecho, la utilización de estas técnicas ha experimentado un notable incremento en la última década», explica el Académico de Número José Luis Carreras Delgado.
Este experto concreta que la Imagen Médica tiene aplicación en todos los campos de una patología: «Su uso es determinante no sólo para el diagnóstico sino también para la valoración (extensión, gravedad, recaída, etc.) de una enfermedad ya diagnosticada, establecer la pauta de tratamiento o valorar el resultado del mismo. Sin duda, el papel de la Imagen Médica en el futuro va a ser contribuir al mejor conocimiento de la enfermedad en cada paciente con el objetivo de aplicar un tratamiento más ajustado, personalizado y preciso, que permita mejorar los resultados del mismo».
Imagen Médica del Cerebro
Como explica el profesor Carreras, la representación tridimensional de las estructuras cerebrales, los vasos o el sistema ventricular son «la mejor forma de objetivar» en cualquier paciente y de forma periódica qué sucede dentro del cráneo.
«Si unimos a esta información aquella derivada del análisis de los componentes cerebrales y de las funciones y conexiones, todo ello a partir de la imagen, tenemos un modelo personalizado del estado estructural y funcional del cerebro de un paciente determinado con una altísima precisión». Matiza el Académico.
Este logro ha supuesto un importante avance tanto en el diagnóstico como en el tratamiento de las enfermedades cerebrales y mentales. «Por ejemplo, el desarrollo de la Resonancia Magnética ha permitido conocer mejor los mecanismos que subyacen en enfermedades como la esquizofrenia, el autismo o la depresión, al analizar la conectividad neuronal in vivo. Además, ha permitido profundizar en el conocimiento de la historia natural de los tumores cerebrales y analizar la importancia de la neoangiogénesis en la recidiva y la diseminación neoplásica», comenta el profesor Martí-Bonmatí.
Y es que gracias a las técnicas de imagen del cerebro es posible conocer la agresividad de un tumor sin necesidad de hacer una biopsia, mejorar el diagnóstico de una enfermedad o llevar a cabo un tratamiento más efectivo frente al ictus.
Novedades en técnicas por imagen
Entre las diferentes técnicas por diagnóstico de imagen destacan la Resonancia Magnética (RM), la Tomografía axial computarizada (TAC), la Tomografía de emisión por fotón único (SPECT) y la Tomografía por emisión de positrones (PET). Más recientemente han aparecido las técnicas multimodalidad, que aúnan las ventajas de dos o más modalidades. Las más extendidas son PET-TAC, SPECT-TAC y más novedoso es el PET-RM.
Los últimos avances se centran en la digitalización de estas tecnologías, como es el caso de la Resonancia Magnética con antenas digitales. Gracias a esta digitalización toda la información se transmite por fibra óptica hasta el ordenador principal.
«Con esta tecnología los estudios son mucho más precisos, contienen más información y el tiempo de estudio se acorta considerablemente. En definitiva, un avance que se traduce en exploraciones más cortas, más concluyentes y menos angustiosas para los pacientes», afirma el profesor Martí-Bonmatí.
También cabe destacar la aparición del PET-TAC digital que utiliza detectores digitales de silicio, lo que duplica el rendimiento del sistema, mejorándose la sensibilidad, resolución y precisión en la cuantificación. «Todos ello permite no solo poder realizar diagnósticos con mayor confianza e incluso anticiparlos, mejorando así la planificación del tratamiento, sino también reducir la dosis de radiofármaco con sus costes asociados», afirma este experto.

AM terá prédio para armazenamento de materiais radioativos

Material radioativo deixará de ser descartado no meio ambiente, diz Inpa.
Pamrad atenderá necessidades de grupos de pesquisas do instituto.

Prédio de Armazenamento para Materiais Radioativos (Pamrad) (Foto: Daniel Jordano/Inpa)

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) deve inaugurar, na terça-feira (22), a estrutura física do Prédio de Armazenamento para Materiais Radioativos (Pamrad). Segundo o Inpa, este é o primeiro prédio da região Norte com capacidade de armazenagem de materiais e dejetos radioativos inerentes às atividades de pesquisas nos laboratórios do Instituto.

De acordo com a Instituição, o prédio da Pamrad atenderá às necessidades dos diversos grupos de pesquisas de diferentes laboratórios do instituto, que já manifestaram a intenção de trabalhar com materiais radioativos ou equipamentos emissores de radiação ionizante em suas pesquisas. Os laboratórios, segundo a assessoria do Inpa, passarão a ser denominados, futuramente, de Instalações Radiativas licenciadas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen).

O Inpa explicou que os dejetos radioativos são materiais produzidos em laboratórios, hospitais, usinas nucleares, centros de pesquisas, entre outros, e que não têm mais utilidade (mas que podem às vezes ser reciclados) e não podem ser “jogados fora” ou “no lixo”, por causa das radiações perigosas que emitem.

A construção do prédio teve um custo de R$ 444.100,00, recursos oriundos do Projeto Grandes Vultos. O prédio foi projetado obedecendo às legislações e normas nacionais e internacionais, como da própria Cnen e da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

O prédio do Pamrad possui paredes com espessuras específicas, cantos arredondados. O piso foi concebido com uma base diferenciada de modo que não permita infiltrações, e as pinturas foram feitas com tintas especiais. O local também possui um sistema de contenção de água servida próprio e diferenciado. 

Segundo o Inpa, a estrutura permitirá que nenhum tipo de material radioativo seja descartado no meio ambiente, ficando retido no próprio Inpa. "Estes materiais serão embalados adequadamente, de acordo com o tipo de emissão de cada partícula radioativa, devidamente identificados e encaminhados ao Pamrad", informou o Instituto. Quando esses dejetos chegarem a um determinado nível de ocupação do prédio serão encaminhados a um depósito autorizado pela Cnen. No Brasil, existem depósitos autorizados em Recife, São Paulo, Rio de Janeiro.

Um trabalho de orientação está sendo desenvolvido, desde 2013, com os responsáveis pelos laboratórios do Inpa, quanto à proteção radiológica aos que vão trabalhar com materiais radioativos, mesmo em pequenas quantidades, mas que fazem parte de seus estudos, como o carbono 14 (14C), o hidrogênio 3 (3H) e o cálcio 45 (45Ca), dentre outros.

Produção científica em MN

Submeta trabalhos científicos no XXVIII Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear.O regulamento para envio de resumos pode ser acessado no site do encontro, sendo prazo máximo para participação o dia 26 de junho. Os trabalhos deverão apresentar resumo simples em português ou inglês, com um máximo de 3.000 caracteres. Contribua para a evolução da MN no campo da ciência. Confira as demais normativas e participe!

Encontro da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear da Regional Rio de Janeiro - RJ

#VagasLimitadas


Encontro da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear da Regional Rio de Janeiro - RJ

Data: 13/05/2014
Início: 19:00 às 22:00h
Local: Colégio Brasileiro de Cirurgiões - Rua Visconde Silva, 52 - Botafogo - 3 andar - Rio de Janeiro - R

Evento gratuito com vagas limitadas. Inscreva-se aqui: http://ow.ly/wDA6I


Iodo radioativo é um dos tratamentos contra câncer de tireoide


ASSISTA! O presidente da SBMN, Celso Darío Ramos, participou do programa Bem Estar da Rede Globo, veiculado hoje (5/5). Ele falou sobre os efeitos da radioiodoterapia como terapêutica nos casos de câncer de tireoide. Veja aqui http://ow.ly/wvO0h

Edital da CNEN para Concessão de Bolsas de Mestrado e Doutorado - 01/2014 Resultado Final

A CNEN - Comissão Nacional de Energia Nuclear já divulgou o resultado da seleção para bolsas de mestrado e doutorado. Confira! http://ow.ly/wxjrU

44ª Jornada Paulista de Radiologia















Avanços Clínicos da Medicina Nuclear e PET/CT

Data: 17/05/2014
Evento Nacional
Hotel Sheraton Porto Alegre - Rua Olavo Barreto Viana, 18 - Moinhos de Vento - Porto Alegre (RS)

Atualização científica em medicina nuclear com a presença dos palestrantes internacionais Dr. Ivan Huyghe (MD, Senior staff member and Vice Chairman of Medical Council at UZA Belgium) e Chuck Stearns (VP of GE PET/CT Global Engineering).

Cuidados técnicos no dia a dia de um serviço de medicina nuclear e PET/CT

No dia 12/5, às 20h, acontecerá em São Paulo no Hotel Golden Tulip Paulista Plaza, a Reunião de Atualização Científica com a palestra “Cuidados técnicos no dia a dia de um serviço de medicina nuclear e PET/CT”. O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. Inscreva-se: http://ow.ly/wj9bF

Data: 12/05/2014
Início: 20:00 às 22:00h
Local: Hotel Golden Tulip Paulista Plaza (Alameda Santos 85 - São Paulo - SP)

Reunião de Atualização Científica em Medicina Nuclear com início as 20 horas e palestra  “Cuidados técnicos no dia a dia de um serviço de medicina nuclear e PET/CT”. Palestrante: Marco Antonio de Oliveira, Físico Chefe e Supervisor de Radioproteção do Serviço de Medicina Nuclear e Imagem Molecular - Incor- FMUSP
O evento é gratuito mas as vagas são limitada faça sua inscrição!!!
 
ATA: 12/05/2014, Segunda-feira
HORÁRIO: 20h
LOCAL: Hotel Golden Tulip Paulista Plaza
ENDEREÇO: Alameda Santos,  85 -  São Paulo - S
 
ESTE EVENTO TEM O PATROCÍNIO: PHILIPS

Incorporado hoje ao SUS, exame diagnostica com precisão evolução do câncer

Aline Leal Edição: Nádia Franco

Incorporado hoje (23) ao Sistema Único de Saúde (SUS), o exame PET Scan, também conhecido como PET CT, é uma das tecnologias mais modernas para acompanhar a existência e a progressão de diversos tipos de câncer. O exame é indicado para diagnosticar a presença e a exata dimensão de 20 doenças, predominantemente câncer.

Apesar disso, o SUS só cobre o exame nos casos de câncer de pulmão, colorretal, linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin, doenças que, somadas, têm previsão de pelo menos 69.790 mil novos registros neste ano. Enquanto isso, o rol de procedimentos obrigatórios para os planos de saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar traz oito indicações para o exame.

Por meio desse exame, é possível decidir o procedimento a ser usado pelo médico no paciente, como cirurgia, quimioterapia, biópsia ou até mesmo se não há mais como tratar a doença. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, Celso Dario Ramos, o exame é usado no Brasil há pouco mais de dez anos. Ele esclarece que, com esse exame, é possível evitar uma cirurgia desnecessária ou detectar precocemente o crescimento de um tumor.

Até hoje, o exame usado pela rede pública era a tomografia, que é menos preciso. “Ela só vai dizer se restou tumor depois que ele crescer. Depois de quatro meses, seis meses, vão ver que o tumor cresceu e o tratamento vai ser feito mais tardiamente. A chance de controlar o tumor é muito reduzida.”, explicou Ramos.
Segundo Ramos, o PET Scan é um exame de medicina nuclear, que usa substâncias que emitem uma radiação muito pequena para fazer imagens precisas dos tumores.


De acordo com a SBMN, existem pelo menos 100 aparelhos, entre públicos e privados (geralmente credenciados ao SUS), em todo o país. Segundo Ramos, os aparelhos estão distribuídos proporcionalmente à densidade demográfica do país, havendo assim condições de atender à população.