sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ministro visita radiofarmácia do Ipen

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) Marco Antonio Raupp visitou, no último dia 21 de maio, a área de radiofarmácia do Ipen. Participaram da visita o presidente da CNEN, Ângelo Fernando Padilha, o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da CNEN, José Augusto Perrotta, o superintendente do Ipen, Nilson Dias Vieira Junior, os diretores de Radiofarmácia e de Administração do Ipen, entre outros gestores.

Jair Mengatti, diretor de Radiofarmácia do Ipen, apresentou os diferentes produtos fabricados pelo instituto e distribuídos aos centros de medicina nuclear do país. Ele destacou a logística envolvida no trabalho, que requer dedicação dos servidores em trabalhos em turnos, inclusive aos sábados, domingos e feriados. “Um compromisso que pode ser retratado nos pacientes já atendidos com os radiofármacos fabricados pelo instituto, que estima-se entre 40 e 50 milhões”, enfatizou Mengatti

Lilian Bueno
 Da esquerda para a direita, Vieira Junior, Jair Mengatti e ministro Raupp, na área de produção dos radiofármacos

Vieira Junior ressaltou o faturamento anual de R$ 82 milhões que vão para o Tesouro Nacional, e a economia de divisas que a produção dos radiofármacos proporciona ao país. Outras importantes contribuições do instituto são o acesso aos produtos radioativos para mais brasileiros e a garantia da produção, que ao longo de 53 anos sempre funcionou de forma ininterrupta, para atender médicos nucleares e pacientes de áreas como cardiologia e oncologia, entre outras. A pesquisa e o desenvolvimento de novos fármacos em estreita parceria com centros de tratamento e diagnóstico de ponta no Brasil foi outro aspecto destacado pelo superintendente do Ipen.

A produção dos fármacos radioativos está se adequando para atender todas as exigências de boas práticas de fabricação e até 2014 todos os produtos distribuídos pelo instituto terão seu registro pela Anvisa, seguindo a legislação específica para radiofármacos. Em toda a história da produção nunca houve qualquer problema no uso dos fármacos. Tudo é feito dentro das mais rigorosas normas técnicas e com qualidade ISO para o processo de fabricação. Testes garantem a segurança e pureza dos produtos obtidos.

Para o ministro, a produção e pesquisa dos radiofármacos constituem “um negócio estratégico para o país”, que envolve uma área crucial: a saúde pública. “Temos que acompanhar de perto e dar condições para que esse trabalho seja desempenhado da melhor maneira possível”, concluiu. 

Link original: http://www.ipen.br/sitio/?idm=177

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