domingo, 29 de junho de 2014

Médico esclarece dúvidas sobre medicina nuclear

Você já ouviu falar em medicina nuclear? Trata-se de uma especialidade médica que usa quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) como ferramentas para se obter informações diagnósticas sem que sejam necessários exames invasivos.
Apesar de o nome poder parecer assustador – como assim, “nuclear”? – ,esse tipo de medicina proporciona inúmeros benefícios à saúde na medida em que permite diagnosticar com mais facilidade doenças como embolia pulmonar, infecções agudas e câncer.
Para explicar melhor do que se trata a medicina nuclear e esclarecer algumas dúvidas que podem ser comuns, o DTUP recebeu o médico Carlyle Barral:

Medicina Nuclear 2014 - Prazo para Envio de Trabalhos Prorrogado!


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Curso Intensivo de PET/CT (HANDS ON) em SP


Estão abertas as inscrições para o 6º Curso Intensivo de PET/CT (HANDS ON). Sob a organização da SBMN, o encontro acontece no Hotel Grand Plaza, em São Paulo, entre os dias 14 e 17 de agosto.

Direcionado para médicos com título de especialista em medicina nuclear, o curso abordará os princípios de funcionamento da PET/CT, noções de anatomia seccional e as principais aplicações do método na oncologia, sempre com uma abordagem direta e objetiva, seguida de sessões práticas de interpretações de imagens.

Os participantes terão a oportunidade de analisar casos de PET/CT em PACS Workstations rodando osoftware Osirix (dois alunos por computador). Além disso, serão apresentadas as técnicas de quantificação de lesões, reconstrução volumétrica e análise comparativa de múltiplos estudos.

As vagas são limitadas. Confira o programa e inscreva-se! http://goo.gl/g6m20T

Link original: http://www.sbmn.org.br/site/secao/visualiza/1217

Fique atento aos prazos das inscrições para o Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear

O primeiro prazo das inscrições online com desconto para o XXVIII Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear encerra hoje (26 de junho) e, o segundo, 26 de agosto. Após esta data, as inscrições poderão ser efetuadas apenas no dia e local do evento, que será realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, de 26 a 28 de setembro.
O prazo para submissão de trabalhos científicos também encerra hoje. Para que o trabalho seja aceito, um dos autores ou o apresentador deverá estar inscrito no Congresso. Portanto, assim que enviar o seu trabalho, faça sua inscrição pelo site. Acesse! http://goo.gl/8W1o6X

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Nova edição da revista de humanidades está disponível online

Publicação está disponível na plataforma online do CFM
Está disponível na plataforma online de publicações do Conselho Federal de Medicina (CFM) a quarta edição de "Medicina CFM – Revista de humanidades médicas". Em destaque, a reportagem "O paciente, o médico e o espelho" traz uma reflexão sobre o conceito de autoimagem e as repercussões que as alterações do corpo provocam sobre o paciente e o processo de cura.
O impacto da tecnologia também é tratado em duas reportagens. Em "O delicado equilíbrio entre a arte e a técnica", discutimos se o arsenal tecnológico que avança a cada dia (inovações em exames de imagem, engenharia genética e transplantes de órgãos) estaria suprimindo o raciocínio clínico. O leitor acompanhará os debates que conduzem à seguinte reflexão: há dicotomia entre inovação e humanização? Também falamos de tecnologia quando o assunto é medicina do esporte. Na reportagem "Quando a medicina leva ao podium", tratamos das contribuições que a medicina trouxe para a prática desportiva, mostrando a parcela de sua responsabilidade na construção de resultados e campeões.
Outra frente desbravada nesta edição de Medicina CFM foi o debate realizado sobre a dura realidade do assédio sexual não só na sociedade, mas também no ambiente médico e hospitalar. Na seção Painel, experientes profissionais foram convidados a traçar o perfil desse fenômeno silencioso e infelizmente corrente.
Acesse a revista aqui. A publicação também pode ser lida diretamente na tela de dispositivos móveis, tablets e smartphones que utilizam os sistemas operacionais Android e IOS. Saiba mais sobre a ferramenta e o passo-a-passo para instalação em http://goo.gl/w8L2mM

XXVIII Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear - Finaliza amanhã!


Inscrições Abertas: I Congresso Internacional de Diagnóstico por Imagem do Einstein


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Argentina exportará à Índia central para produzir urânio com fins médicos

Os argentinos têm 30 meses para entregar a usina, que representará uma economia para a Índia, que vinha importando radioisótopos

A Argentina anunciou esta semana a venda de uma central para para produzir urânio de baixo enriquecimento com fins medicinais, após ter exportado nas últimas décadas reatores a Peru, Egito, Austrália e Argélia.

A ponta de lança desta venda é a empresa pública Investigaciones Aplicadas (INVAP, Pesquisas Aplicadas), de propriedade do governo da província de Rio Negro (sul), que acaba de assinar um acordo de US$ 35 milhões com a Índia para construir uma usina que produz radioisótopos.

Trata-se, especificamente, do Molibdênio-99, usado para gerar o Tecnécio-99, o radioisótopo mais empregado na medicina nuclear, uma disciplina que revolucionou o diagnóstico e o tratamento de várias doenças.

O Tecnécio-99 é usado para fazer análises que detectam e tratam diferentes tipos de câncer, cardíacos, pulmonares, no cérebro e nos ossos, entre outros.

"No caso da Índia, o reator que será usado é um reator projetado e construído pelos cientistas indianos e que está operando há muitos anos. A INVAP fornecerá uma usina radioquímica", explicou à AFP o engenheiro Juan Pablo Ordóñez, diretor da Área de Projetos Nucleares da empresa.

Ordoñez afirmou que "as partes essenciais da usina e os equipamentos serão construídos na Argentina e serão enviados em seguida a Mumbai para ser montados no edifício correspondente".

Os argentinos têm 30 meses para entregar a usina, que representará uma economia para a Índia, que vinha importando radioisótopos.

Desde a sua criação em 1976, a INVAP tem participado ativamente em projetos relacionados com a energia nuclear. Um dos feitos de maior destaque na área foi o desenvolvimento autônomo da tecnologia de enriquecimento de urânio, mediante o método de difusão gasosa.

A empresa fez sua primeira exportação na década de 1970 ao Peru, país para o qual vendeu um reator experimental e um centro atômico dotado de um reator de pesquisas.

Além do Peru (1978 e 1988), a Argentina também exportou reatores para Argélia (1989), Egito (1997, por 100 milhões de dólares) e Austrália (2007, por 180 milhões de dólares).

Também nos anos 1980, vendeu para Cuba uma usina de produção de radiofármacos e equipamentos de telecobaltoterapia para Brasil, Bolívia, Colômbia, Egito e Índia, assim como 19 centros de radioterapia à Venezuela.

A Argentina sempre defendeu o uso pacífico da energia nuclear e "a usina (indian) usa urânio de baixo enriquecimento, contribuindo, assim, para a não proliferação de material nuclear sensível", destacou Ordoñez.

Link original: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2014/06/18/internas_economia,433412/argentina-exportara-a-india-central-para-produzir-uranio-com-fins-medicos.shtml

Argentina exporta a India una planta para uso en medicina nuclear

Argentina ratificó su pujante desarrollo tecnológico en materia nuclear con la venta a India, anunciada esta semana, de una planta que usa uranio de bajo enriquecimiento con fines médicos, luego de haber exportado en las últimas décadas reactores a Perú, Egipto, Australia y Argelia.



BUENOS AIRES.- La punta de lanza de ese desarrollo es la empresa Investigaciones Aplicadas (INVAP), propiedad del gobierno de la provincia de Río Negro (sur del país), que acaba de firmar un acuerdo por 35 millones de dólares con India para construir una planta que produce radioisótopos.
Se trata específicamente de Molibdeno-99, que es usado para generar Tecnecio-99, el radioisótopo más usado en medicina nuclear, una disciplina que ha revolucionado el diagnóstico y tratamiento de varias enfermedades.
El Tecnecio-99 se utiliza para realizar estudios que detectan y tratan diferentes tipos de cáncer, afecciones del corazón, pulmones, cerebro y huesos, entre otras.
"En el caso de la India, el reactor que se usará es un reactor diseñado y construido por los científicos indios y que está en operación hace muchos años. INVAP proveerá una planta radioquímica", explicó el ingeniero Juan Pablo Ordóñez, gerente del Area de Proyectos Nucleares de la empresa.
Ordoñez precisó que "las partes esenciales de la planta y equipos se construirán en Argentina y se despacharán luego hacia Mumbai para su integración en el edificio correspondiente".
Los argentinos tienen 30 meses para entregar la planta que significará un ahorro para India, ya que venía importando radioisótopos.
- Sector nuclear, "embajador" de Argentina 
Desde su creación en 1976, INVAP fue un participante activo en proyectos relacionados con la energía nuclear. Uno de los logros más destacados en esta área fue el desarrollo autónomo de la tecnología de enriquecimiento de uranio mediante el método de difusión gaseosa.
La empresa realizó su primera exportación en la década de 1970 a Perú, al que vendió un reactor experimental y un centro atómico 'llave en mano' dotado de un reactor de investigación.
Además de Perú (1978 y 1988) Argentina ha exportado reactores a Argelia (1989), Egipto (1997, por US$100 millones) y Australia (2007, por 180 millones).
También en los años 1980 vendió a Cuba una planta de producción de radiofármacos y equipos de telecobaltoterapia a Bolivia, Brasil, Colombia, Egipto e India, así como 19 centros de terapia radiante a Venezuela.
"Haber ganado la licitación en India muestra una vez más la capacidad de INVAP y Argentina para diseñar, producir y exportar tecnología", sostuvo Ordoñez, quien considera que el sector nuclear ha sido históricamente "un embajador de Argentina en el mundo".
- Uso pacífico 
Argentina siempre ha defendido el uso pacífico de la energía nuclear y "la planta (india) usa uranio de bajo enriquecimiento, contribuyendo así a la no proliferación de material nuclear sensitivo", indicó Ordoñez.
INVAP, que trabaja estrechamente con la Comisión Nacional de Energía Atómica (CNEA, fundada en 1950) y la Comisión de Actividades Espaciales (CONAE, 1991), se ha transformado en sus 38 años de existencia en proveedor casi único en el mundo de plantas de radioisótopos.
Los especialistas están trabajando actualmente en el reactor Carem (Central Argentina de Elementos Modulares), un proyecto de central nuclear de baja potencia que permitirá, entre otras cosas, suministrar energía a regiones aisladas y a un costo razonable.
Durante la presidencia de Néstor Kirchner (2003/2007),  fallecido, Argentina reactivó su plan nuclear, que contemplaba la terminación de las obras de la Central Atucha II iniciadas en 1980 y la construcción de una cuarta central.
Actualmente, el país sudamericano cuenta con tres centrales: Atucha I y II (ambas en la provincia de Buenos Aires) y Embalse (en Córdoba).
Cuando se alcance la plena actividad de Atucha II, cuyo reactor fue encendido a comienzos de este mes, el gobierno espera que alrededor del 10% de la energía provenga de centrales atómicas.
POR AGENCIA AFP / ARGENTINA




quarta-feira, 18 de junho de 2014

Centro de radioterapia e medicina nuclear em Heliópolis

Com investimento de R$ 17,8 milhões, um centro de radioterapia e medicina nuclear foi inaugurado no mega-ambulatório de oncologia do Hospital Heliópolis, em São Paulo, no dia 13 de junho. No local, serão realizados atendimentos de combate ao câncer de cabeça e pescoço, neurologia, gastroenterologia, coloproctologia e ginecologia.
Foram instalados dois aceleradores lineares, que juntos serão responsáveis por realizar aproximadamente 45 mil sessões de radioterapia por ano. A unidade também terá um serviço de apoio diagnóstico e terapêutico, composto por um PET-CT (tomografia computadorizada por emissão de pósitrons), a mais moderna tecnologia para rastreamento de tumores.
Além disso, o novo serviço vai contar com outros dois tomógrafos, dois aparelhos de raios-X convencional, uma ressonância magnética, um aparelho de raio-X telecomandado, um mamógrafo e um aparelho radiodiagnóstico odontológico. Assim que estiver operando em plena capacidade a unidade vai ofertar duas mil tomografias, 800 ressonâncias magnéticas e 150 tomografias com material radioativo mensalmente.
O mega-ambulatório de oncologia do Hospital Heliópolis faz parte da Rede Hebe Camargo de Combate ao Câncer, programa que unifica e padroniza protocolos de atendimento e mantém uma única regulação, por meio de uma Central de Regulação Oncológica, facilitando, assim, o acesso do paciente ao tratamento.
O Hospital Heliópolis fica na Rua Cônego Xavier, 276, no bairro do Sacomã. O novo centro vai funcionar de segunda-feira à sexta-feira, das 7h às 19h.

Radiofármaco que auxilia no diagnóstico da doença de Alzheimer é produzido pela primeira vez no Brasil

Pesquisadores do Centro de Medicina Nuclear do Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InRad-HCFMUSP) concluíram estudo pré-clínico realizado em ratos com o Carbono 11 – molécula PiB (Pittsburgh Compound B) ou composto B, que auxilia no diagnóstico mais preciso da doença de Alzheimer. Esta é a primeira vez que o radiofármaco é produzido no Brasil.
Coordenada pelo professor Carlos Alberto Buchpiguel e pela Dra. Daniele de Paula Faria, a pesquisa científica necessitou de infraestrutura e logística complexa. Os pesquisadores utilizaram o cíclotron e o módulo de síntese para Carbono 11 do Centro Integrado de Produção de Radiofármacos do InRad, além do Laboratório de Radiofarmácia equipado com um microPET/CT para pesquisa pré-clínica com pequenos animais.
A produção do 11C-PIB foi otimizada nesta estrutura, assim como todos os controles de qualidade físico-químicos e biológicos para injeção in-vivo. A biodistribuição adequada do radiofármaco foi testada em ratos, e o próximo passo é a validação de todo o processo para poder utilizar este radiofármaco em pacientes.
O novo método, capaz de distinguir o Alzheimer de outras formas de demência, trará importante contribuição para identificar a concentração de beta-amiloide no cérebro, uma proteína que se acopla às placas senis, causando danos às células cerebrais. O exame de PET - Tomografia por Emissão de Pósitrons, é um método de imagem usado para mapear a distribuição de radiofármacos no corpo para fins diagnósticos e terapêuticos.
No PET, o paciente recebe a injeção com o marcador radioativo, com um tempo de meia-vida de apenas 20 minutos, que se liga aos depósitos de beta-amiloide encontrados no cérebro, visível nas imagens produzidas pela tomografia, fornecendo um mapeamento da distribuição e quantidade da proteína. A formação das placas beta-amilóides no cérebro tem correlação com redução progressiva das funções cerebrais cognitivas e motoras.
O uso do 11C-PIB, produzido apenas em alguns centros de investigação mundial, localizados na Europa, EUA, Japão e recentemente no Uruguai, chega ao Brasil com 10 anos de atraso, mas com benefícios incondicionais aos portadores de Alzheimer, neste primeiro momento. Outras doenças neurodegenerativas serão também foco de projetos de pesquisas no Centro de Medicina Nuclear do InRad.
Segundo os pesquisadores, esse marcador pode contribuir para o diagnóstico mais adequado da doença de Alzheimer, que não tem cura, mas se tratada adequadamente pode melhor a qualidade de vida do paciente.
Fonte: HCFMUSP

FAPESP é destaque na Nature em ciência na América do Sul

A América do Sul assistiu a um aumento importante na sua produção científica nas últimas duas décadas. A análise é da revista Nature e mostra que o investimento em pesquisa tem aumentado na maioria dos países. No entanto, dada a participação da região em termos de população e PIB mundial, o resultado ainda é aquém do esperado.
O Brasil responde por 2/3 das pesquisas e lidera a produção científica na região, com 46.306 citações na base de dados do portal Scopus em 2013. Nos últimos 20 anos a produção científica brasileira quintuplicou, mas a qualidade da investigação preocupa.
A edição especial ainda traz textos sobre o tipo de ajuda internacional que pesquisadores sul-americanos consideram benéficos para a ciência da região, exemplos de esforços para repatriar cientistas, mapas e gráficos com indicadores de produção científica na América do Sul e declarações de cientistas da região, como Carlos Nobre (MCTI), José Eduardo Krieger (Universidade de São Paulo) e Sidarta Ribeiro (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), sobre o que é preciso fazer politicamente para se fortalecer a ciência.

Informativo SBMN - Nº 31 Junho 2014


terça-feira, 17 de junho de 2014

Presurgical SPECT/CT Shows More Cancer Than Current Standard

Comprehensive clinical trial shows how additional cancer of the lymph nodes becomes clear with SPECT/CT compared to planar imaging of the skin, breast and pelvis
Startling data from an international multi-center trial provide growing evidence that sentinel node imaging is more effectively accomplished with hybrid functional imaging with single photon emission computed tomography and computed tomography (SPECT/CT) than with another molecular imaging technique called lymphoscintigraphy. This conclusion held after imaging a range of cancers displaying a variety of lymphatic drainage types associated with melanoma, an aggressive skin cancer; breast carcinoma; and malignancies of the pelvis, such as prostate and cervical cancer, say researchers at the Society of Nuclear Medicine and Molecular Imaging’s 2014 Annual Meeting.
Lymph node imaging is an essential tool in the context of surgical resection, because cancer spreads first to the lymph nodes, specifically the sentinel lymph nodes, before navigating the bloodstream and developing new malignancies elsewhere in the body. Molecular imaging of these sentinel nodes provides a surgical map that can improve a patient’s chances of becoming cancer free.
“We found significantly more sentinel lymph node involvement with SPECT/CT, which altered surgical planning for many of our patients—a finding that was repeated across all malignancies and clinical institutions,” said Thomas N.B. Pascual, MD, co-author of the study and a research scientist from the section of nuclear medicine and diagnostic imaging and division of human health of the International Atomic Energy Agency in Vienna, Austria. “These results could potentially inform new clinical practice and shape appropriate use of SPECT/CT imaging for patients selected for surgery.”
Study findings showed that SPECT/CT breast cancer imaging caught 13 percent more cancerous sentinel nodes—2,165 nodes versus 1,892 using planar lymphoscintigraphy. The hybrid SPECT system also caught 11.5 percent more sentinel nodes when imaging for melanoma, with 602 versus 532 nodes detected. In addition, 29.2 percent more nodes were imaged using SPECT/CT to detect pelvic cancer—195 nodes found versus 138 with planar imaging.
Changes in surgical planning as dictated by SPECT/CT were substantial—16.9 percent of breast cancer surgeries underwent a change in management, 37 percent of surgeries for melanoma changed and 64.1 percent of surgical plans for pelvic cancer were changed due to detection of additional sentinel nodes.  Calculated mismatch between sentinel nodes and lymphatic territories using the two imaging systems was gauged at 17 percent for breast carcinoma, 11.2 percent for melanoma and 50 percent for pelvic imaging. The significantly higher mismatch in pelvic tumors was thought to be due to relatively deeper lymphatic drainage and location of pelvic sentinel nodes.
Cancers are a leading cause of death. The most recent data available shows that cancers were the cause of 8.2 million deaths worldwide in 2012, according to the World Health Organization. Annual cancer diagnoses are expected to increase more than 60 percent from 14 million in 2012 to 22 million within the next two decades. Lung, liver, stomach, colorectal and breast cancers cause the most cancer deaths each year.
Scientific Paper 565: Amelia Jimenez-Heffernan, Hospital Juan Ramón Jiménez, Huelva, Spain; Annare Ellmann, Stellenbosch University and Tygerberg Hospital, Tygerberg, South Africa; Heitor Sado, University of Sao Paolo, Sao Paolo, Brazil; R. Parameswaran, Manipal Hospital, Bangalore, India; Rossana Pruzzo, Fundación Arturo López Pérez, Santiago, Chile; Francesco Giammarile, Centre Hospitalier Lyon, Lyon, France; Paulo Almeida, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Brazil; Vincent Peter Magboo, University of Sto Tomas, Manila, Philippines, The Netherlands Cancer Institute, Amsterdam, Netherlands; Thomas NB Pascual, Section of Nuclear Medicine and Diagnostic Imaging, Division of Human Health, International Atomic Energy Agency, Vienna, Austria, “Prospective IAEA sentinel node trial on the value of SPECT/CT vs planar imaging in various malignancies,” SNMMI’s 61th Annual Meeting, June 7–11, 2014, St. Louis, Missouri.

Chemo-Radionuclide Therapy Halts Neuroendocrine Cancer

Combined chemo and radionuclide therapy with radiosensitizing drugs slows or stops disease progression and leads to better patient survival

Advanced cancer of the neuroendocrine system can lead to dismal prognoses, but a novel therapy is packing a punch by uniting powerful radionuclide treatment and chemotherapy drugs, revealed researchers at the Society of Nuclear Medicine and Molecular Imaging’s 2014 Annual Meeting.
The research findings show that the experimental therapy led to stabilization or regression of patients’ cancer in about 70 percent of cases a year after completion of the treatment, now called peptide receptor chemo-radionuclide therapy (PRCRT). The therapy is just catching on across Europe and Australia and now in U.S. clinical trials.  
“Results of this study suggest that PRCRT is a highly effective treatment option for patients with progressive NETs with high somatostatin receptor expression,” explained Grace Kong, MBBS, principal investigator for this study conducted at the Centre for Cancer Imaging, Peter MacCallum Cancer Centre in Melbourne, Australia.
Neuroendocrine tumors (NETs) are those that develop within a multiplicity of organs throughout the body that have nerve cells and interact with the endocrine system through chemical signaling made possible with various hormones. These tumors usually develop along the intestines and lungs, but they can also be found in the pancreas and many other sites, although rarely. For this study, researchers observed patients who had undergone at least three courses of treatment with Lutetium-177 DOTA-Octreotate, which is prescribed for inoperable patients with NETs expressing somatostatin hormone receptors. This study included a high proportion of grade two disease, which is more aggressive and associated with adverse prognosis. Researchers added a radio-sensitizing chemotherapy for 63 out of the 68 patients in the study.
All of these steps together produced encouraging responses in a majority of subjects, with 72 percent survival at two years. More than half of patients were still alive past the five-year mark after therapy.
“The high objective response and long median survival even in patients with more aggressive tumor biology warrant further studies comparing it with other targeted therapies recently approved, despite much lower response rates,” Kong added.
Scientific Paper 256: Grace Kong, Mick Thompson, Marnie Collins, Alan Herschtal, Michael Hofman, Val Johnston, Peter Eu, Michael Michael, Rodney Hicks, Peter MacCallum Cancer Centre, East Melbourne, VIC, Australia, “Response, predictors and long-term outcome of peptide receptor chemoradionuclide therapy (PRCRT) for neuroendocrine tumours,” SNMMI’s 61th Annual Meeting, June 7–11, 2014, St. Louis, Missouri.

La Argentina construirá una planta de radioisótopos para la India

La Argentina, a través de la empresa estatal INVAP, ha resultado adjudicataria en el proceso de licitación para la construcción de una planta de producción de radioisótopos en la India, valuada en 34 millones de dólares.

Así lo informó hoy el Ministerio de Planificación Federal, que destacó que esta adjudicación se da en el marco del "Acuerdo Gubernamental de Cooperación en los Usos Pacíficos de la Energía Nuclear", firmado en octubre de 2009 por el ministro Julio De Vido en ocasión de la visita oficial de la presidenta Cristina Kirchner a India.

En un comunicado, el Ministerio destacó que la tecnología nacional de producción de radioisótopos se lleva a cabo por un desarrollo tecnológico innovativo de la Comisión Nacional de Energía Atómica (CNEA), "a partir de la irradiación de blancos de uranio de bajo enriquecimiento".

Según la información oficial, el contrato firmado con India "se inscribe en la extensión de los beneficios de las aplicaciones de la tecnología nuclear a la sociedad, especialmente en lo referente al ámbito de la medicina".

"Esta exportación se efectuará en línea con el creciente desarrollo de la tecnología nuclear nacional y el aumento de la presencia internacional de nuestro país. Plantas con tecnología de la CNEA fueron vendidas a Egipto, Australia y Argelia", resaltó Planificación Federal.

Y destacó también la "reciente contratación de nuestro país para la construcción de la ingeniería básica de un reactor de investigación multipropósito por la Comisión Nacional de Energía Nuclear de Brasil, por 60 millones de pesos".

Link original: http://noticias.terra.com.ar/la-argentina-construira-una-planta-de-radioisotopos-para-la-india,5321d8f2ad686410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html

Iniciação científica

Encerram-se na sexta-feira (20) as inscrições para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI/MCTI). São contempladas as áreas de nanotecnologia, impressão tridimensional, robótica, segurança da informação, desenvolvimento de software, interação homem-máquina, gestão, inovação e tecnologia assistiva.

Podem concorrer alunos de graduação orientados por pesquisadores/professores com título de doutor ou semelhante. O início das bolsas está previsto para agosto.


Pós-graduação

Estudantes e pesquisadores estrangeiros interessados em realizar pós-graduação no Brasil têm oportunidades abertas por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).

Estão disponíveis para jovens pesquisadores de países em desenvolvimento 30 bolsas de doutorado sanduíche, 20 bolsas de doutorado pleno e dez bolsas de pós-doutorado para as seguintes áreas: ciências agrárias, ciências biológicas, medicina e ciências da saúde, química, engenharias, matemática e probabilidade e estatística, ciência da computação, física, astronomia e geociências e oceanografia.

As inscrições vão até 28 de julho. A Chamada 9/2014 é uma parceria com a Academia Mundial de Ciências para Países em Desenvolvimento (Twas, na sigla em inglês). Acesse o edital.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

ASNC2014: Registration Information and Interactive Program Planner Link


Don't miss ASNC's 19th Annual Scientific Session "ASNC2014" in Boston, MA -- September 18 - 21, 2014. This coveted 4-day educational event will provide sessions on emerging nuclear cardiology research, technology, advances in treatment, performance standards, cardiac PET and SPECT imaging, and much more. 

ASNC2014 is now soliciting Late Breaking Clinical Trials – for more information on how to submit your trial data, go to: www.asnc.org/asnc2014 or email: annualmeeting@asnc.org.

“Maintenance of Certification” (MOC) points: Offered, will be a 10 MOC point session -- 2014 Update in Cardiovascular Disease module from the American Board of Internal Medicine (ABIM). ASNC has also developed a nuclear cardiology specific module (2014 American Society of Nuclear Cardiology MOC Module 1) that has been submitted to ABIM for approval for an additional 10 MOC points.
Create Your Itinerary with the ASNC2014 "Program Planner" 
Save time by planning your personalized itinerary on the ASNC2014 “Program Planner. This new online feature will allow you to quickly find a presenter’s name, session title, session type, institution and more. To set-up your ASNC2014 itinerary now, click here.

Early Bird ends 7/21/14

ASNC2014 will provide educational tracks for all levels of expertise and seniority. This must-attend event supports a multimodality agenda featuring a collaborative educational and research effort across many imaging disciplines to help promote a cost-effective, patient-centered approach to medical care.
Attendees will have opportunities to network with nuclear cardiology professionals, contribute to programs that promote innovation and quality in cardiology imaging; and display their latest products at this meeting through advertising, exhibiting, commercial support and educational grants. Program highlights include:

  • Mario Verani Lecture presented by Jagat Narula, MD, PhD with the presentation, “Just Because I Can …Should I?  A Case Study of the Detection of a High-Risk Plaque.” 
     
  • Case-based Ethics lunch session—following each case presented by junior faculty, a panel of experts and ethicists will discuss and provide opinions on the case .
     
  • International research presentations showcasing the best work in the field. 
     
  • Policy and practice sessions co-sponsored by MedAxiom will discuss the impact of the changing health care environment and offer opportunities for discussion with experts.
     
  • Numerous case-based sessions focused on concepts fundamental to the practice of nuclear cardiology, and expert panel discussions on cases submitted by fellows. 
     
  • Posters that will be available for review throughout the duration of the meeting. 
     
  • And much, much more!

Make your travel arrangements, book your hotel and register now to receive the Early-Bird rate for ASNC2014!
Related Items:

ACCREDITATION AND CONTINUING EDUCATION CREDIT

Physicians
ASNC is accredited by the Accreditation Council for Continuing Medical Education to provide continuing medical education for physicians. The American Society of Nuclear Cardiology designates the ASNC2014 CME activity for a maximum of 26.5* AMA PRA Category 1 CreditsTM. Physicians should claim credit commensurate with the extent of their participation in the activity.

Technologists
ASNC is a recognized provider of continuing education credit for technologists. ASNC’s Continuing Education (ACE) credit is accepted by NMTCB and ARRT. ASNC2014 has been approved for a maximum of 20.5* ACE Credits for Technologists.

Physician Assistants
The American Academy of Physician Assistants (AAPA)accepts certificates of participation for educational activities certified for AMA PRA Category 1 CreditsTMfrom organizations accredited by ACCME.

Nurse Practitioners
The American Academy of Nurse Practitioners Certification Board (AANPCP) recognizes attendance at CE offerings that provide AMA PRA Category 1 CreditsTMfor the purpose of recertification.
 
American Society of Nuclear Cardiology
4340 East-West Highway
Suite 1120
Bethesda, MD 20814



terça-feira, 10 de junho de 2014

VI Escola de Inverno de Radiofarmácia e Radioquímica

Estarão abertas no período de 09/06 a 20/06/2014 inscrições para a VI Escola de Inverno de Radiofarmácia e Radioquímica, a ser realizada no Centro de Medicina Nuclear – InRad – HC – FMUSP, de 28/07 a 01/08/2014. O objetivo do curso é fornecer a alunos dos cursos de graduação em farmácia,  química, biologia, física e outros profissionais uma visão geral sobre radioatividade, proteção radiológica, métodos de produção de radioisótopos, síntese e marcação radioisotópica de moléculas e utilização destas no diagnóstico de doenças. Estão previstas aulas prático-expositivas sobre produção de kits liofilizados, marcação radioisotópica e ensaios de biodistribuição de radiofármacos em animais.

Serviço de Medicina Nuclear é inaugurado no Hospital Ana Nery


A partir de agora, os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que necessitarem de uma cintilografia miocárdica - exame avançado do coração -, por exemplo, não precisam recorrer à rede privada. Na manhã desta segunda-feira (9) foi inaugurado, no Hospital Ana Nery (HAN), em Salvador, o Serviço de Medicina Nuclear, que dispõe, entre outros itens, de um moderno cintilógrafo. 

A cerimônia teve a presença do ministro da Saúde, Arthur Chioro, e do secretário estadual da Saúde, Washington Couto, que informou a realização das cintilografias já a partir desta segunda-feira. Para a implantação do Serviço foram investidos R$ 1 milhão, resultado de parceria entre Ministério da Saúde, Universidade Federal da Bahia (Ufba) e o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesab).
Por meio de radiação, o equipamento de alta tecnologia forma a imagem do órgão e as possíveis alterações. Conforme a coordenadora de bioimagem do HAN, Sirlene Borges, trata-se do primeiro cintilógrafo 100% SUS da Bahia. "Vai contribuir com o diagnóstico de patologias relacionadas ao coração, ao sistema locomotor e aos rins. Em paciente com suspeita de infarto agudo no miocárdio, por exemplo, a partir deste equipamento, poderemos quantificar a massa cardíaca comprometida".

Ainda de acordo com Sirlene, no Brasil existem apenas seis cintilógrafos como o do HAN. O Serviço de Medicina Nuclear inaugurado hoje tem capacidade de realizar entre 550 e 600 cintilografias, por mês. "Este é o segundo [cintilógrafo] entregue na rede pública nacional. O funcionamento será de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h ao meio dia".

Em virtude de um problema cardíaco crônico, Maria das Graças Silva, precisou se aposentar. Ela conhece o serviço do Hospital Ana Nery e ficou ainda mais satisfeita ao saber da chegada do novo equipamento. "Acho o Ana Nery um hospital modelo, tanto quanto o [Hospital] do Subúrbio. Além de cirurgia, já fiz diversos exames como Raio-X e ultrassonografia".

Maria também disse que seu pai tem arritmia cardíaca e colocou um marca-passo no Ana Nery. "Agora, com este novo equipamento, fico feliz. Meu pai ou até eu mesma posso precisar. Só Deus é quem sabe". Ela estava na unidade acompanhando uma amiga cardiopata.

Eficiência

O ministro Arthur Chioro afirmou que o serviço oferecido por meio do SUS, na Bahia, é tão eficiente quanto o de outros centros especializados do país. "É um exemplo de que o SUS não está trabalhando apenas na perspectiva de oferecer à população o atendimento básico por meio do [programa] Mais Médicos, mas também está cuidando do conjunto de necessidades da população, que vai da assistência médica até a alta tecnologia colocada a serviço da população baiana".

Segundo o secretário Washington Couto, todos os serviços existentes no Ana Nery, como o de tomografia, ressonância magnética e ecocardiograma, "são equipamento de ponta, oferecidos nesta unidade, que é referência em cardiologia, nefrologia e vascular". Na rede privada, uma cintilografia custa em média R$ 1 mil.

Secom
Ana Nery/inaugura cintilografia


El Provincial realiza un 4% más de exploraciones con radiofármacos

A los enfermos les inyectan un isótopo radioactivo

El servicio realiza casi 4.000 exploraciones radiológicas en un año

 
El Provincial realiza un 4% más de exploraciones con radiofármacos 

El Servicio de Medicina Nuclear del Consorcio Hospitalario Provincial de Castellón realizó el pasado año 3.969 exploraciones indicadas, principalmente, para el diagnóstico del cáncer y estudios funcionales renales, cardíacos, traumatológicos y cerebrales.

Las pruebas, que en ese periodo han registrado un aumento del 4,2% con respecto al 2012, se realizan con equipos de detección de radiación gamma que procede del propio paciente, ya que previamente se le ha suministrado un radiofármaco, es decir, un medicamento preparado en dosis individualizadas por el personal de la Unidad de Radiofarmacia.

Los radiofármacos contienen un isótopo radiactivo incorporado, con una vida media muy corta, que permiten la visualización morfológica y funcional de órganos. Las pruebas duran entre 30 y 60 minutos y no son dolorosas, lo que no produce ningún efecto ni impide realizar una vida normal. Tras la exploración, es aconsejable beber agua o zumos en mayor cuantía de lo habitual para facilitar su eliminación. La irradiación que recibe el paciente durante la prueba es muy pequeña, incluso en algunas ocasiones es menor que la de una exploración radiológica convencional.

A estas exploraciones se suman los 535 informes de PET-TAC realizados por los facultativos del Servicio de Medicina Nuclear.

Link original: http://www.elperiodicomediterraneo.com/noticias/castellon/provincial-realiza-4-mas-exploraciones-radiofarmacos_873867.html

 

Informativo SBMN - Nº 29 Junho 2014


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Curativo à base de barbatimão e quitosana

Publicado em Notícias
05 de junho de 2014
Notícia publicada no Saúde Informa
Produto é mais barato que os já oferecidos no mercado e promete melhorar o processo de cicatrização
Um curativo que promete acelerar o processo de cicatrização da pele, desenvolvido a partir do barbatimão e da quitosana, foi patenteado pela UFMG. O barbatimão é uma árvore nativa do cerrado brasileiro e sua casca é popularmente utilizada com fins medicinais há séculos. Já a quitosana é uma fibra natural obtida do exoesqueleto de crustáceos.
A eficácia da associação entre o extrato hidroalcoólico de barbatimão e o filme de quitosana no tratamento de lesões cutâneas foi comprovada em ratos, conforme descrito na tese de doutorado da cirurgiã Sumara Marques Barral, defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia da Faculdade de Medicina da UFMG. O trabalho se destaca pelo fato de existirem poucos estudos acadêmicos que caracterizem detalhadamente os compostos ativos presentes na casca do barbatimão e demonstrem como eles funcionam.
A pesquisa também teve contribuição dos professores André Faraco e Raquel Castilho, da Faculdade de Farmácia da UFMG. Raquel Castilho identificou e quantificou as substâncias presentes em um extrato padronizado, ou seja, com a mesma quantidade substancial de ativos. A esse extrato, foi adicionada uma nanopartícula à base de quitosana, produzida pelo professor André Faraco.

Foto: Eurico Zimbres

A orientadora da tese, Ivana Duval, professora do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina, explica como o produto pode ser aplicado. “Quando se tem um extrato purificado, fica mais fácil de ter um produto industrializável. Lógico que ainda há algumas etapas pendentes, mas hoje temos um produto que pode ser entregue à indústria para formar um curativo eficiente”, afirma.
Testes
Para analisar a eficácia do produto, foram realizados testes com 32 ratas, com ferimentos de igual tamanho no dorso, dividas em grupos, que receberam diferentes curativos: o curativo hidrocoloide, que é de uso padrão; o filme de quitosana puro; o filme de quitosana associado à fração enriquecida de barbatimão; e apenas uma tira de luva para cobrir o ferimento.
“O resultado mostrou que o grupo do filme da associação de barbatimão com a quitosana apresentou melhores taxas de cicatrização”, relata Sumara. Ela observou ainda que o processo de inflamação, inerente à cicatrização, não foi tão intenso. Um outro ponto positivo, pois a inflamação retarda o processo cicatrizatório. Mas a cirurgiã pondera que novas pesquisas precisam ser feitas para melhorias técnicas do curativo, como a possibilidade de tornar a aplicação mais fácil.
Custo-benefício
A intenção é que o produto final seja um curativo semelhante a uma pequena placa, feita com uma sustância biodegradável, que se dissolva na pele e libere o medicamento aos poucos. Desse modo, não será necessário retirar o curativo até que a cicatrização se complete. Para Sumara Barral, essa é uma das maiores vantagens, já que, no processo de troca, a maioria dos curativos acaba retirando também as células jovens da pele.
“Nós, que trabalhamos na clínica, sabemos a dificuldade da adesão do paciente ao tratamento, quando se faz um curativo que tem que ser trocado constantemente. Se tiver um que só precise de nova aplicação na outra semana, é muito mais fácil”, completa a orientadora Ivana Duval.
A principal contribuição da pesquisa é justamente a possibilidade de melhora do processo de cicatrização, com a introdução de um curativo com capacidade superior aos que já existem no mercado. E ainda mais barato, por ter como matéria-prima a quitina, o segundo polímero mais abundante do mundo. “O que queremos é reduzir o preço e melhorar a qualidade do curativo que será aplicado na ferida, beneficiando todos os hospitais que lidam com isso, principalmente os de nível primário e o Programa Saúde da Família (PSF)”, afirma André Faraco. 

Título: O uso do extrato hidroalcoólico de barbatimão associado ao filme de quitosana para a cicatrização cutânea de ratos wistar fêmeas
Nível: Doutorado
Autora: Sumara Marques Barral
Orientadora: Ivana Duval Araújo
Coorientadora: Paula Vieira Teixeira Vidigal
Programa: Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia
Defesa: 9 de janeiro de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Saiba o que é mito e o que é verdade sobre medicina nuclear



Mais uma vez a MN ganha espaço na grande imprensa! Desta vez, a especialidade foi repercutida na Região Norte do País!

Nesta semana, o diretor da SBMN, Carlyle Barral, teve a oportunidade de explicar o que é e quais são os benefícios da especialidade aos ouvintes da Rádio O Liberal CBN de Belém do Pará. Ao final, ele aproveitou a oportunidade para expandir o conhecimento sobre a MN e convidou todos a acompanharem as notícias por meio do site e redes sociais da Sociedade! 

Imagem: CBN


Link original: Ouça a entrevista aqui

ISCD Case of the Month


Title: June 2014 – Analyzing DXA’s with soft tissue artifacts


Submitted by Sarah Morgan, MD, RD, CCD, Larry Jankowski CBDT, Nancy Nunnally, RT, CBDT, and Leandria Burroughs RT, CBDT

The following lumbar spine DXA is from a 79 year old African American female, height 64”, weight 169 pounds, BMI = 29 sent to your DXA facility for evaluation of bone mineral density since she is estrogen deficient. She has no history of fractures. She is not able to tell you about any internal artifacts however, the scan below shows artifacts at L1 and L4. The technologist adds a note to the scan saying that no external artifacts were present during the scan. The scan was completed on a Hologic, Discovery W scanner running version 13.2 software.


QUESTION: How would you analyze this case? Would you omit any vertebral levels because of the artifacts in the soft tissue?

To see the rest of this case study please login.